Escola da Ponte radicaliza a ideia de autonomia dos estudantes

Com a colaboração de Jéssica Moreira

Iniciativa: Escola Básica da Ponte

Pública ou Privada: Pública

Descrição: 

Foto: Divulgação
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“As crianças que sabem ensinam as crianças que não sabem. Isso não é exceção. É a rotina do dia a dia. A aprendizagem e o ensino são um empreendimento comunitário, uma expressão de solidariedade. Mais que aprender saberes, as crianças estão a aprender valores. A ética perpassa silenciosamente, sem explicações, as relações naquela sala imensa.” Foi assim que o educador Rubem Alves resumiu uma de suas muitas surpresas com a Escola da Ponte, uma instituição pública de Portugal que, desde 1976, compreende que o percurso educativo de cada estudante supõe um conhecimento cada vez mais aprofundado de si próprio e um relacionamento solidário com os outros.

Inserida no sistema público de educação e localizada no município de Santo Tirso (próximo à cidade do Porto), a Escola da Ponte não adota um modelo de séries ou ciclos. Lá, os estudantes de diferentes idades se organizam a partir de interesses comuns para desenvolver projetos de pesquisa. Os grupos se formam e se desfazem de acordo com os temas e a partir das relações afetivas que os estudantes estabelecem entre si.

Organização pedagógica

O processo individual de cada estudante passa por três núcleos distintos: o de iniciação, consolidação e aprofundamento. Na iniciação, ele é tutorado com maior frequência e passa a aprender as regras de convívio coletivo e os compromissos que assume com os demais e com o seu próprio processo de aprendizagem. Na consolidação, a necessidade de acompanhamento diminui, o estudante assume maior trânsito nos espaços e tempos da escola e passa a gerir de forma autônoma o currículo nacional destinado ao 1º ciclo do ensino básico. No núcleo de aprofundamento, as crianças e adolescentes assumem um comportamento bastante autônomo, participam do gerenciamento das suas atividades e de atividades do coletivo e assumem o estudo do currículo nacional do 2º ciclo.

Em vez de um único professor, os estudantes acessam todos os orientadores educativos, que os acompanham tanto nas questões de aprendizagem acadêmicas quanto comportamentais. Em vez de disciplinas, o projeto pedagógico é dividido por seis dimensões, apoiadas por docentes e pedagogos e psicólogos: linguística (Língua Portuguesa, Inglesa, Francesa e Alemã), lógico-matemática (Matemática), naturalista (Estudo do Meio, Ciências da Natureza, Ciências Naturais, Físico-Química e Geografia), identitária (Estudo do Meio, História e Geografia de Portugal e História), artística (Expressão Musical, Dramática, Plástica e Motora, Educação Física, Educação Visual e Tecnológica – E.V.T., Educação Musical, Educação Visual, Educação Tecnológica e T.I.C.), pessoal e social (Formação Pessoal, Ensino Especial e Psicologia).

Cada estudante escolhe ainda um tutor, qualquer indivíduo da comunidade escolar – funcionários, professores, pais -, que será responsável por orientá-lo no percurso pedagógico que ele estabelece para si mesmo.  Dessa forma, o aluno e seu tutor avaliam juntos como foi o processo de aprendizagem, se os objetivos foram alcançados, se ficou alguma dúvida e se a criança ou o adolescente está satisfeito com o que alcançou. No lugar de provas, o tutor e estudante estabelecem que mecanismo utilizarão para aferir a satisfação e se o conteúdo foi assimilado, em um processo bastante dialógico e em si educativo.

Segundo o projeto educativo, a escola tem como pedagogia o “Fazer a Ponte”, que visa a formação de pessoas autônomas, responsáveis, solidárias, mais cultas e democraticamente comprometidas na construção de um destino coletivo e de um projeto de sociedade que potencialize a afirmação das mais nobres e elevadas qualidades de cada ser humano.

Para tanto, a Escola da Ponte integra e corresponsabiliza todos os envolvidos da comunidade escolar na sua construção – o indivíduo se faz no coletivo e o coletivo se alimenta da singularidade de cada um.

Diversidade e currículo

Diverso, o público da escola reúne estudantes de diferentes classes sociais e muitos pais, inclusive, mudaram-se de outras regiões do país só para possibilitar aos filhos a chance de estudar na instituição. Da mesma forma, crianças e adolescentes com deficiências estudam no mesmo processo que os demais: participam dos grupos, vivenciam os processos de planejamento e autoavaliação e discutem as regras da comunidade.

Para tanto, a escola se fortalece em sua pedagogia, reconhecendo cada estudante como único e irrepetível, igualmente integrante de uma cultura, origem e estrutura familiar singulares.  Assim, a Escola da Ponte entende que o papel do docente, da comunidade escolar e dos estudantes é apoiar que cada indivíduo se descubra e se conheça, a partir da interação com os outros, com os diferentes. E, essa mesma descoberta é o que motiva o próprio desejo de aprendizagem.

Estudantes em assembleia. Foto: Divulgação

Estudantes em assembleia. Foto: Divulgação

Portanto, a ideia de currículo se estabelece de forma muito individual para cada estudante, em diálogo com o que ele – em sua unicidade – deseja descobrir sobre o outro e sobre o mundo em sua volta. Assim, a escola assume o currículo em uma dupla proposição: o currículo objetivo, que norteia e metrifica um horizonte de realização e o currículo subjetivo, que se estrutura no desenvolvimento pessoal, do projeto de vida de cada estudante. Para a pedagogia do “Fazer a Ponte”, só o currículo subjetivo (o conjunto de aquisições de cada aluno) é capaz de validar a pertinência e o sentido do currículo objetivo.

No processo de alfabetização, as crianças são convidadas a aprender “frases inteiras”, superando a lógica do beabá e da cartilha. Inspirados por Paulo Freire e pelo educador francês Célestin Freinet, a escola convida os estudantes a lerem por desejo, pela vontade de decifrar o código das palavras. Convidadas por histórias ou perguntas disparadoras, as crianças desenvolvem de forma autônoma a capacidade da escrita e leitura, cada qual no seu tempo, e no seu próprio ritmo de aprendizagem.

E, para viabilizar esse e todos os processos de investigação autônoma, os estudantes têm acesso a diferentes locus de aprendizagem e estudo, como na biblioteca – principal espaço da escola -, e nos computadores e internet. Da mesma forma, os estudantes gerem esses espaços de forma autônoma e decidem onde e como devem buscar a informação que precisam. Muitas vezes, quando a informação não está na escola, os estudantes são convidados a sair e investigar, em parceria com seus tutores, outras possibilidades e sua comunidade. Vão às bibliotecas públicas, às casas dos vizinhos, aos parques e praças da cidade – em qualquer lugar em que possam encontrar o aprendizado que desejam.

Na prática

Em uma atividade em novembro de 2013, um grupo de crianças do núcleo de iniciação Escola da Ponte decidiu investigar como funcionam os sinais de trânsito, para estudar o tema de segurança rodoviária. Depois da pesquisa inicial, saíram todos às ruas para ver “na prática” o que cada uma das placas significa. Como produto, o grupo desenvolveu e jogou um jogo da memória com os símbolos recém descobertos e como tarefa de casa, os estudantes tiveram que ajudar seus familiares e vizinhança a relembrar o significado de cada um deles.

Na mesma perspectiva, a escola disponibilizou um grande mural em que os estudantes podem escrever se precisam de ajuda e no que precisam. No espaço, os estudantes também podem contar no que podem colaborar ou ensinar aos demais. De “ensino violão” a “não entendi como se soma”, tudo é permitido – e mediado pelos próprios alunos, que aprendem, desde sempre, a acessar seus pares, sem medo de julgamento ou gozação.

Muito forte, a cultura colaborativa na escola também se faz entre os docentes. Como os editais e contratações são abertas, é normal o professor levar um tempo ou até não se adaptar ao modelo. No lugar de “preparar uma aula pronta”, o professor se cria a partir da necessidade dos estudantes e, com eles, investiga o tema a ser estudado.

Da mesma forma, os professores têm tempo e são valorizados como uma rede: apoiam-se uns nos outros para lidar com as dificuldades dos estudantes e investigar e propor ações coletivas, para toda a comunidade escolar. Festejos, campeonatos e saídas lúdicas e pedagógicas são bastante comuns e ocupam boa parte do calendário das crianças. Todas as datas, além de comemoradas, são investigadas: crianças e adolescentes estudam o porquê delas, qual o significado cultural da manifestação e constroem juntos a determinada celebração.

Grupo em pesquisa sobre trânsito na comunidade. Foto: Divulgação

Grupo em pesquisa sobre trânsito na comunidade. Foto: Divulgação

Decisões coletivas

Afim de garantir a autonomia como chave em todos os processos da escola, estudantes, pais, professores e funcionários participam de assembleias periódicas. Nas reuniões, que podem ser para discutir normas e regras coletivas ou a temática da festa de Natal, todos têm voz e podem se expressar e registrar seus apontamentos.

Os mais tímidos podem também acessar uma espécie de caixa de “segredos”, no qual deixam pedidos de ajuda, reclamações, vontades. A caixa é aberta e discutida no coletivo, sem expor aquele que escreveu a mensagem.

Para validar os processos e envolver a comunidade como um todo, a escola publica todos os documentos e realiza anualmente uma minuciosa autoavaliação, que se debruça sobre os profissionais, os estudantes e evolução da aprendizagem de cada um e sobre as decisões e processos democráticos. Com metodologia estruturada, a autoavaliação é um processo bastante significativo para a comunidade como um todo, que assume o tempo e a importância de refletir sobre si mesma.

Histórico

Até 1976, a escola fazia parte de um polo que concentrava mais outros cinco prédios escolares, entre escolas de educação infantil e do fundamental (antigas escolas primárias).

Nesse período, o país havia acabado de sair de uma ditadura de 48 anos e as escolas públicas se encontravam em altos níveis de precariedade. O grau de violência interna subia a cada dia, desmotivando e desmoralizando os profissionais da educação. O ensino, feito com base em manuais iguais para todos, era um dos causadores do desinteresse. Outro era a estrutura física do prédio escolar, que se encontrava em total decadência.

A equipe escolar passou, então, a questionar os problemas e deficiências daquela escola, identificando que ajustes não alcançariam a mudança esperada: era necessária uma verdadeira revolução pedagógica. E essa vontade de mudança encontrou eco nas ideias do educador José Pacheco, que, ao longo de sua vida como professor, não enxergava mais sentido nas aulas tradicionais nem no que chamava de fundamentalismo pedagógico.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Foi assim que após inúmeras discussões a equipe pedagógica da Escola da Ponte resolveu abolir as séries, provas, salas de aulas e disciplinas, alicerçando sua proposta pedagógica para o exercício da autonomia e da liberdade. Antes visto como solitário, o trabalho do professor assume um caráter compartilhado, desenvolvido em conjunto com outros professores e com estudantes, que passam a desenvolver atividades de educação de pares, em um processo de troca e construção coletiva, em que todos aprendem e ensinam ao mesmo tempo.

Com o tempo, dado seus resultados, em 2008, a escola conseguiu tornar-se autônoma do Ministério da Educação e Ciência (MEC) de Portugal, por meio de um contrato vigente até o ano letivo de 2015/2016. Na prática, o contrato aponta várias metas à escola, a fim de compreendê-la como proponente de uma estrutura pedagógica capaz de inspirar outras instituições e quiçá reformular o sistema como um todo.

Início e duração: 1976 até os dias atuais.

Local: Município de Santo Tirso, em Portugal

Resultados e inspirações: Além da autonomia da escola à organização curricular e pedagógica do Ministério, a Escola da Ponte influenciou a aprovação do Decreto de Lei 6/2001, de 18 de janeiro de 2001, sobre a Reorganização Curricular do Ensino Básico, que deu espaço a outros modelos de escolas públicas.

Aluno-professor

Na Escola da Ponte, muitos dos professores foram alunos da escola e tornaram-se ávidos apaixonados pela proposta, reestruturando-a continuamente, ao passo que os tempos e estudantes se transformam.

O educador José Pacheco, um dos idealizadores da proposta, entendeu que a comunidade estava tão apropriada do “Fazer a ponte” e tão capaz de reconstruí-lo diariamente, que acabou deixando a direção da unidade e rumou para o Brasil, para apoiar a Escola Âncora, em Cotia (SP). Inspirada na proposta portuguesa, a escola atende gratuitamente alunos na mesma perspectiva de construção de autonomia, abolindo provas, ciclos e séries e reunindo os estudantes como educadores de seus pares.

Na mesma perspectiva, desde 2004, a Escola Municipal Desembargador Amorim Lima e , desde 2008, a Escola Municipal Presidente Campos Sales, localizadas em São Paulo, reconfiguraram seus projetos pedagógicos, substituindo a estrutura das salas de aula e assumindo os estudantes como protagonistas da aprendizagem.

Materiais e Publicações:

Contrato com o Ministério da Educação: www.escoladaponte.pt/docs/contratoAutonomia.pdf

Projeto Educativo: www.escoladaponte.pt/docs/PEE_2003.pdf

Contatos:

Telefone: +351 252 875 350

Emailgeral@escoladaponte.pt

Sitehttp://www.escoladaponte.pt/

Facebook: Escola da Ponte

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113 COMENTÁRIOS

  1. Patricia das Chagas disse:

    Magnifico trabalho. Gostaria de ser uma estudante online sobre projetos e formas metodológicas pedagógicas para serem aplicadas nas escolas onde eu trabalho

    • Julia Dietrich disse:

      Olá Patrícia. Ainda não mapeamos cursos online nesse tema, mas sugerimos que você acompanhe a plataforma http://cinese.me/ que oferece várias possibilidades de discutir educação de uma forma diferente.
      Abraços da equipe do Centro de Referências.

  2. mary rodrigues da silva disse:

    parabenizo o professor José Pacheco pelo projeto idealizado e realizado com sucesso. Sempre sonhei com uma escola onde o aluno fosse o sujeito do conhecimento e o vejo como o educador Paulo Freire. Gostaria muito de trabalhar em uma escola como a escola da Ponte, mas fica longe da realidade do estado do Pernambuco. abraços.

    • SOEIRO MARQUES disse:

      Deixa as coisas como estão em Pernambuco, pois estarão bem melhor que em Portugal, por más que estejam. O Zé Pacheco é um valente falhado que só faz a cabeça a fracos de espírito. É um traidor da classe docente. Vê o número de alunos da escola e divide pelo número de professores. Dará uma média de 9 alunos por cada professor (Lá não é professor). Jamais alguém que frequente a escola entrará um dia em medicina ou algo do género porque sai de lá cheio de basófia mas sem saber nada…

      • Modesto Vitória disse:

        Soeiro Marques: penso que o senhor, também está incluido nos falhados, mas não valente como o Sr. Profº JOSÉ PACHECO, pois todos aqueles, igualmente como o senhor, fracos de espírito, estão interessados em dividir para reinar, não estão interessados no excelente método do profº José Pacheco, assim como do grande pedagogo – PAULO FREIRE. Se os metodos de Ensino/Aprendizagem fossem orientados pela Regra dos 3 Rs: Respeita-te a ti mesmo; Respeita o outro; Responsabiliza-te pelas tuas próprias acções – o mundo estaria muito mais humanizado. (O mal é que em vez de aprofundarem as causas preferem atenuar as consequências… O obcurantismo/ignorancia está bem patente no fanatismo do futebol, religião, novelas. etc. Será que o sr. Soeiro sabe quem foi CHICO MENDES? “Quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver secdo, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que o dinheiro não se come”.

        • MARCELO AMARO FERREIRA disse:

          Apesar de observar inúmeras dificuldades na aplicação deste método em nossa população atual, enxergo com prazer qualquer iniciativa corajosa de obscurecer-se com dificuldades e manter-se fiel à coragem de inovar. Críticas hão de aparecer, mas o mundo não é mais “plano” bem como a terra não é o centro do sistema solar. “Bola pra frente!”

  3. Kacianni Ferreira disse:

    Parabenizo o Prof. José Pacheco pela audácia e pela coragem. Seu projeto na Escola da Ponte é uma referência. Deveria ser um exemplo para o Brasil.

  4. André Luiz Gonçalves Silva disse:

    Sou professor de matemática, gostaria de saber com é feito a avaliação do aluno. Estou cursando minha graduação e estou fazendo minha pesquisa neste ramo. (Outro método de avaliação).
    Obrigado.

    • Juliana Sada disse:

      Olá, André,

      o texto explica um pouco do processo de autoavaliação de aprendizagem pelo qual os alunos passam. Se precisar de informações mais aprofundadas, sugerimos conversar com a escola, os contatos estão ao final na matéria.

      Abraços,
      Equipe do Centro de Referências em Educação Integral

    • carla urizzi lessa disse:

      Olá André
      Vc conhece o método antroposófico? (antroposofia) tem método diferente de avaliação também.
      Até

  5. NEIVA MARIA BIAZUS disse:

    ADOREI ESTE ARTIGO SOBRE A ESCOLA DA PONTE. TENHO UM SONHO DE UM DIA CONHECER ESTA MARAVILHOSA ESCOLA.

  6. Da mesma forma que a Escola da Ponte encontrou resistências do Ministério da Educação, o que tem acontecido com as Escolas Brasileiras que resolveram tentar mudanças similares, seguindo as idéias práticas do Professor Pacheco ?
    Compensa esclarecer que ao propor às crianças que sejam alfabetizadas a partir de frases inteiras, este é um dos conceitos básicos do método Paulo Freire para a Alfabetização de ADULTOS, que partia da constatação de que o adulto já dispunha de um vocabulário básico.
    Acredito que na Escola da Ponte existe a mesma sensação de liberdade que foi a base de Summerhill, a escola do Professor A. S. Neil, na Inglaterra, meio século antes. O Brasil deveria ser mais ousado e adotar as Propostas do Professor Pacheco em uma gama mais ampla de Escolas – quem sabe assim se qualificando para as necessidades urgentes de formação mais qualificada.

  7. Helio lopes da rocha disse:

    Gostaria de ter à oportunidade de conhece-la a escola da ponte e como são administrada as aulas na práticas. Embora tenho lido alguns artigos pela a internet, mas não é o suficiente, como faço para chegar até a escola? por favor mande me o endereço. Preciso conhece-lo.

    • Juliana Sada disse:

      Olá, Helio!

      A Escola da Ponte fica em Portugal. Os contatos da escola estão no final do texto.

      Abraços,
      Equipe Centro de Referências em Educação Integral

  8. Vera disse:

    Olá
    Sou pedagoga e estou concluindo Pós em Psicopedagogia, gostaria muito de estar conhecendo a Proposta Pedagógica da escola mais de perto, a fim de agregar mais vivencias e conhecimento na área em que atuo!

    • Julia Dietrich disse:

      Olá, Vera!

      A Escola da Ponte fica em Portugal. Os contatos da escola estão no final do texto.

      Abraços,
      Equipe Centro de Referências em Educação Integral

  9. Margareth Rosi Veiga dos Santos Ramos disse:

    Sou mae de um autista 32 anos,este foi o gde motivo de me engajar na APAE de minha cidade ,Teresópolis/RJ.Estou reformulando toda Filosofia,missao,objetivos da antiga Escola Especial,hoje no Brasil todos os deficientes ,sejam mentais,com transtornos globais no desenvolvimento(TGD) Altas Habilidades,Pasralisados Cerebrais devem estar incluídos.Desejo construir algo de muito produtivo para os usuários.E a Escola da Ponte atende à diversidade,justo o que busco,uma vez que todos que nos buscam na APAE vao por entenderem que seu filho é “Diferente” estigma que desejo abortar pois TODOS NÓS SOMOS EFICIENTES em mtas questões e isso deve ser o nosso GRANDE DIFERENCIAL.Teria como eu ter orientação de vcs.Não tenho como ir a Portugal bem que adoraria…de que forma poderíamos nos unir para transformar a Vida de nossas crianças da APAE,ainda tão renegadas mesmo com a obrigadoriedade da Inclusão.
    Sou Margareth Rosi,Psicopedagoga mae de Marcus Fellipe portador do espectro autístico de Kanner,moro em Teresópolis/RJ Há 60 Km do RIO,na Travessa Yeda 54 tijuca – cep 259757570
    Telefones +55 21 999819848 +55 21 2742-3789 Residência.,
    Obrigado,podemos melhorar sobremaneira a vida não de nossos especiais mas também de nós familiares.Incluir por Incluir não é a saída…Aguardo Retorno ansiosa.Tenho um primo que mora em Portugal,infelizmente não sei o local.Sonho em estar ai compartilhando e ajudando a construir mais e mais Pontes…Quem sabe???

  10. Margareth Rosi Veiga dos Santos Ramos disse:

    Esqueci de mencionar que o meu trabalho é voluntário,e o que pretendo construir com a ajuda vcs caso tenham disponibilidade e recriar a APAE
    mas sempre trabalharei como voluntária,sou mãe.O meu interesse não é e nunca será econômico e sim Transformar estas “pessoinhas tão especiais”em seres humanos mais respeitados e felizes,pois capacidade todos a temos e com “ELES” não é diferente.
    Abraços Carinhosos,creiam sou guerreira e vou fundo…
    Parabéns!!!!!

    • Julia Dietrich disse:

      Oi Margareth,
      teríamos prazer em lhe enviar materiais para discutir a perspectiva integral da educação. Nós, do Centro de Referências, apenas sistematizamos e escrevemos sobre a experiência da escola da ponte. Conhecemos um pouco e podemos lhe ajudar, mas o melhor seria entrar diretamente em contato com eles, pelos canais:
      Contatos:

      Telefone: +351 252 875 350

      Email: geral@escoladaponte.pt

      Site: http://www.escoladaponte.pt/

      Facebook: Escola da Ponte

  11. MARIA DE JESUS disse:

    ADOREI ESTA ESCOLA REALMENTE É A ESCOLA DOS MEUS SONHOS!

  12. Maria Aparecida Santos disse:

    pretendo ir à Portugal em julho e conhecer a escola da ponte. Gostaria de saber se é próximo à Lisboa ou qual cidade mais próxima de São Tomé de Negrelos? grata.

    • Juliana Sada disse:

      Olá, Maria Aparecida,

      a Escola da Ponte fica na cidade de Santo Tirso e a maior cidade próxima é o Porto, a cerca de 40 quilômetros.

      Abraços,
      Equipe do Centro de Referências em Educação Integral

  13. Ana Patricia Santos Castelo Branco Furtado disse:

    Belo exemplo de educação e de escola. A Escola da Ponte atende aos quatro pilares da educação: ” Aprender a conhecer”, “aprender a fazer”, “aprender a conviver”, e”aprender a ser”, saberes tão necessários e imprescindíveis em um mundo que se deseja a existência de pessoas mais humanas e tolerantes para com o próximo.

  14. Ana Patricia Santos Castelo Branco Furtado disse:

    Sou formada em pedagogia, com especialização em psicopedagogia e em educação especial. Existe a possibilidade de profissionais da educação conhecer de perto o trabalho da Escola da Ponte para a aquisição de conhecimento e aprofundamento maior em sua área de atuação? Se existe, qual o(s) critério(s) exigido(s) pela escola? Obrigada.

    • Juliana Sada disse:

      Olá, Ana,

      sugerimos que você entre em contato diretamente com a Escola da Ponte para saber se é possível visitá-la e quais os critérios.

      Abraços,
      Equipe do Centro de Referências em Educação Integral

  15. cremilda figueredo da silva disse:

    É um modelo de escola que busca desenvolver a evolução do ser humano, onde cada um busca melhorar sempre. E este contato nos faz tornar visível que as pessoas boas nos mostram virtudes e as más nos dão exemplos do que não devemos fazer.

  16. LUSIMAR DE FATIMA NEIMAIER DA SILVA [AL_PADEI20142] disse:

    Fiquei encantada com a proposta da escola.Uma proposta democrática,dinâmica envolvente, sem duvida.Quem toma conhecimento dela, sabe que os resultados tanto par o aluno ,equipe escolar e comunidade, são mais do que satisfatório. Parabéns!

  17. Adorei os argumentos educacionais e atividades propostas com um jeito prático atrelado ao conhecimento com prazer. Gostaria de trocara experiências com educadores . Muito pela atenção .

    Professora :Angela Mara da Silva

  18. Rita de Cássia da Silveira Ribeiro disse:

    O que dizer simplesmente fantástico.Tudo o que sempre imaginei como deveria ser uma escola.Parabéns Escola da Ponte.

  19. THAIS disse:

    BOA TARDE EU ESTOU FAZENDO UM TRABALHO DA FACULDADE E ESCOLHI ESSE ESCOLA PARA FAZER , VOCES PODERIAM DE AJUDA ?

  20. Aurélio da Silva disse:

    Solicito materiais via e-mail, pois estou realizando uma pesquisa sobre a Escola da Ponte com alunos do 8º ano do Ensino Fundamental. O intuito da pesquisa é compreender o processo educacional da escola gerando um diálogo com a Escola em que os estudantes estão inseridos, sendo esta a Escola Municipal Maria Emília de Paula, Sapiranga.
    Agradecemos a atenção!
    Professor Aurélio

  21. Iodete Macedo de sousa Pereira disse:

    Sou pedagoga e a partir das informações sobre a Escola da Ponte, me interessei em saber mais a respeito do método de ensino implantado. A princípio acho que esse é o modelo ideal de escola para todo o mundo. É um modelo enriquecedor para uma instituição principalmente de escolas públicas, uma vez que nos dias atuais os alunos não se interessam mais em buscar e aprofundar seus conhecimentos.

  22. Soraia Jaqueline Lopes disse:

    Penso que daqui alguns anos próximos toda escola será uma Escola da Ponte….está forma de aprendizagem ou de ensino não está funcionando mais….temos os resultados das provas do Enem etc….não conhecia está escola achei por acaso e encantei pela sua proposta de ensino….resgatar aquilo q o ser humano tem de bom e enfrentar suas dificuldade com dignidade e respeito ….e q eh possível fz em uma escola pública ….Parabéns !!! Um sonho q pode transformar em realidade .

  23. Soraia Jaqueline Lopes disse:

    Penso que daqui alguns anos próximos toda escola será uma Escola da Ponte….está forma de aprendizagem ou de ensino não está funcionando mais….temos os resultados das provas do Enem etc….não conhecia está escola achei por acaso e encantei pela sua proposta de ensino….resgatar aquilo q o ser humano tem de bom e enfrentar suas dificuldade com dignidade e respeito ….e q eh possível fz em uma escola pública ….Parabéns !!! Um sonho q pode transformar em realidade .

  24. Adriana de Andrade Gomes disse:

    Gostaria de parabenizar a escola da ponte pelo trabalho que vem desenvolvendo e que aacredito que seja o melhor caminho a ser trilhado na educação. Como psicóloga e educadora, trabalho em uma escola pública federal no Brasil e triste vejo o quanto atuo em uma estrutura viciada que precisa ser totalmente reformulada. Tento fazer o que posso. Gostaria de trocar idéias e saber como atuam com as crianças que chegam com problemas emocionais, tais como ser agressivas e ter dificuldades para acatar limites. Obrigada pela oportunidade de expor minhas dúvidas. Na esperança de iniciar um diálogo, despeço -me. Adriana Gomes.

  25. Sou uma apaixonada pela metodologia da Escola da Ponte. Sonho um dia conhecer de perto o professor José Pacheco. Sonhos são sonhos, mas acredito neles. Neste ano, estamos em nosso Colégio Santos Dumont, Campos/RJ ( uma cidade tradicionalista) iniciando as primeiras experiências nesta metodologia. Fizemos os cursos “Fazer a Ponte” e “Fazer a Ponte no Brasil”, agora em 2015 e criamos força e coragem para começar. Vamos quebrando tabus e barreiras com a força de vontade e com o ideal. Parabéns, Escola da Ponte, grande exemplo para o mundo. Portugal descobre o Brasil e, agora, o Brasil, descobre o brilhante Portugal. Parabéns
    Hilda Tavares

  26. Professor Diógenes Faustino do Nascimento disse:

    fiquei bastante motivado com o histórico e a experiência de vocês. Estarei em Lisboa de 8 a 14 de maio deste na Ulusofona, como faço pra chegar até A Escola da Ponte e conhecer de perto a experiência.

  27. Alice Silva disse:

    Gostei desse modelo de ensino-aprendizagem. Estou cursando Pedagogia; ainda no primeiro semestre e hoje durante a aula a professora comentou sobre a escola da ponte e pelo que eu acabei de ler, realmente, a escola é muito interessante.

  28. Alice Silva disse:

    Gostei muito desse método de ensino-aprendizagem e desenvolvimento dos alunos. Essa escola poderia servir de modelo para muitas outras já que os resultados são positivos.

  29. VALCI FRANCISCO ROSA. disse:

    Excelente o Projeto da Ponte. Se já tinha fé no ser humano, sedimentou ainda mais. Embora seja um Policial (trabalho no PROERD há dez anos), sou fascinado pela Pedagogia, e acredito na mudança por meio da educação. E proporcionar ao educando a possibilidade para que ele seja o protagonista desta mudança, acreditando em sua capacidade e ao mesmo tempo fazendo com que o educador torne-se humilde, para que o outro (discente) agigante-se, tome posse do conhecimento e compartilhe com seus pares é simplesmente magnifico. Vejo neste Projeto a prática da proposta educativa de Jesus, pois que o vejo como educador. Realmente só aprendemos fazendo e compartilhando, e para isso precisamos nos conhecer e refletir o que esta em nossa volta. Abraço Forte na Alma do Grande Educador José Pacheco!

  30. ELIETE FARIA disse:

    Que maravilha, tudo o que vi sobre a escola da ponte. Vou conhecer de perto a qualquer hora dessas

  31. Ana Carolina Araújo de Melo disse:

    Bom Dia!!
    Há muito tempo venho lendo e procurando informações sobre a metodologia desenvolvida pela Escola da Ponte. Eu e meu marido somos educadores e gostaríamos muito de visitar ou até mesmo participar de uma vivência ou cursos na Escola.
    Grata pela atenção
    Ana Carolina Melo

  32. Bárbara Estelita disse:

    Fantástica essa escola! Acompanho os ensinos para além das escolas tradicionais!

  33. Magnífico trabalho. Muita aprendizagem para todos os envolvidos. Um verdadeiro trabalho de parceria.

  34. Sou professor de idiomas e música. Magnífico projeto transformador de vidas e produtor de cidadãos com verdadeiro senso crítico! Adoraria trabalhar em uma escola assim (me aposentaria nela)! Infelizmente vivo em uma região do Estado do Rio (Macaé/RJ), que talvez não exista algo parecido. Enfim, torço para que cada vez mais educadores se conscientizem de que antigos modelos são opressores. Afinal, alunos não são cãezinhos amestrados. É dura uma realidade educacional na qual o modelo é “copia/decora/faz prova”. Isso deve ser mudado. É simples, mas não é fácil.

  35. Cristianne Maria Butto Zarzar disse:

    Soy profesora de una Universidad Pública en la Ciudad de México, México.
    Estoy enamorada de la propuesta. Ojalá pueda visitarlos para conocer mejor ese gran proyecto!!!

    Saludos cordiales
    Cristianne

  36. Márcia Blanco disse:

    Acho a proposta excelente e acredito que ainda chegarei lá…

  37. Elza Grott disse:

    Como funciona o currículo em dupla proposição? o objetivo é norteado pelo subjetivo? ou são separados?
    Entendo que os alunos se mostrem mais envolvidos com esta mudança, e aos poucos creio que será necessário que todas as instituições mudem seu modo de ensinar, que acompanhem as mudanças , só assim haverá interesse em o aluno estar no espaço escolar.

  38. Nelson Miorim de Medeiros disse:

    Olá, amigos da Escola da Ponte. Sou professor aqui no Brasil, na cidade de Santa Maria, RS. Local aonde o Prof. José Pacheco já veio palestrar várias vezes.
    Meu objetivo é formar uma Escola com total apoio do município e tomar como exemplo as experiências já passadas por vocês.
    Preciso mais informações, experiências, contatos, mais, mais,…
    Abraços.

    • Dafne Melo disse:

      Olá, Nelson,

      Entre em contato diretamente com a Escola da Ponte por meio dos contatos que estão ao final da matéria.

      Att,
      Equipe do Centro de Referências em Educação Integral

  39. Cleide Aparecida Pereira Ferreira disse:

    Bom dia, sou diretora em uma escola Municipal da cidade de Sorocaba, São Paulo , Brasil , desde o início de minha formação no curso de magistério, como era chamado na época, que estudo e aprecio a Escola da Ponte , sendo citada por muitos mestres e doutores em minha cidade. Durante o mês de agosto terei o privilégio de visitar Portugal e gostaria muito de conhecer a Escola da Ponte, posso fazer uma visita? Agradecida
    Cleide

  40. Bom dia, estou fazendo um trabalho(Paper) da faculdade sobre a escola Ponte de Portugal, e gostaria de mais informações.
    Obrigado …

  41. cristina oliveira de lima disse:

    Adorei saber que existe uma escola como essa quem deras todas tivessem essa concepcao felizes sao os alunos professores tdos os profissionais desta magnifica institticao e comunidade. Parabens ao prof Pacheco por enxerga em tdos o potencial de autonomia

  42. Admiro a Escola da Ponte pela forma diferenciada que conduz o aprendizado e valoriza cada um, respeitando a individualidade e a autonomia.
    Tenho uma escola e tento aproximar ao máximo esta forma de trabalhar a educação. Vou plantando uma sementinha a cada dia, nossas crianças merecem o melhor, temos que sair do velho conceito de aprendizagem, ele não cabe mais nos dias de hoje.
    Tenho muita vontade de ir até aí, e conhecer melhor esta Escola maravilhosa.

  43. Edna Maria Almeida disse:

    Será que é possível isso ser real na minha cidade? Barreirinhas – MA- capital dos Lençóis maranhense.

  44. Eu sou apaixonada pelo trabalho que essa escola realiza e parabenizo a todos por isso. Sou brasileira e gostaria muito de um dia poder visitar a Escola da Ponte para eu aprender com vocês . Vocês me permitiriam esse prazer?
    Grande Abraço a toda equipe e alunos.

  45. Helena Maria Rodrigues Pereira disse:

    Inquestionavelmente este é o modelo de escola que quero para nossas crianças! Tenho enorme interesse em conhecer de perto. Sou pedagoga e tenho experiência na área da educação por mais de 25 anos como professora de sala de aula do infantil à universidade. Meu sonho é um trabalho como este. Só ainda, não sei como começar!

  46. marcia disse:

    gostaria de saber o percentual de alunos q saem da Escola Ponte e ingressam nas Universidades Públicas.

    • Dafne Melo disse:

      Cara Marcia,

      Para saber mais sobre a Escola da Ponte, fale com a escola, por meio dos contatos disponibilizados no final da matéria.

      Abraços,
      Equipe do Centro de Referências em Educação Integral

  47. Carolina Aly Raffaelli disse:

    Sou formada em Psicologia estudante de Pedagogia da Udesc.
    Gostaria muito de ir conhecer a Escola da Ponte, e fazer meu estágio obrigatório com vcs….Como faço?

    • Dafne Melo disse:

      Cara Carolina,

      Entre em contato diretamente com a Escola por meio dos contatos divulgados na matéria.

      Abraço,
      Equipe do Centro de Referências em Educação Integral

  48. Marlise disse:

    Acredito que é possível desenvolver semelhante projeto em nossas escolas, mas precisamos estudar muito, debater com pais e alunos, pleitear responsabilidades com com os alunos… mas a ESCOLA DA PONTE está muito linda com estas condições de estudo.

  49. Jaqueline pontes Ferreira disse:

    É nessa educação pública que acredito.

  50. Ceusa disse:

    É maravilhoso existir uma escola que realmente se preocupa em desenvolver um currículo que trabalhe os valores na formação das crianças e adolescentes,

  51. Gostaria de receber o currículo da escola.como e ministradas as aulas nos diferentes eixos educacionais. desde já agradeço sua atenção. Marina

    • Dafne Melo disse:

      Cara Marina,

      Para ter acesso a mais materiais da Escola da Ponte, recomendamos que você faça a solicitação diretamente a eles, por meio dos contatos disponibilizados ao final da nossa matéria.

      Abraço,
      Equipe do Centro de Referências em Educação Integral

  52. silvania henrique dos santos pereira disse:

    Estimulante, inspirador. Desenvolve a questão do companheirismo e cumplicidade, responsabilidade. Gostaria de participar do projeto, mas financeiramente no momento não é viável.

  53. renata disse:

    Tenho interesse no curso.

  54. Naide Maria Freire Pinheiro disse:

    Soube da existência dessa escola ontem à noite assistindo a uma entrevista com o Professor Rubem Alves. Fiquei curiosa, e mais ainda porque tenho uma neta de 13 anos, muito inteligente, o que é reconhecido por quem a conhece, mas não quer estudar. Todo ano fica em recuperação em várias matérias, e só passa de ano porque aqui no Brasil tem de passar de ano pela idade. Vejo ela já no sétimo ano do ensino fundamental e sem nenhuma base. Pergunto-me se numa escola assim ela de repente tomaria gosto e encontraria a vontade de aprender. Moro em Natal, Rio Grande do Norte, bem longe daí, embora ame muito Portugal, país que já fui quatro vezes e gostaria de ir todos os anos. Tenho amigos aí. Como vi tem já algumas escolas com este modelo no Brasil, em São Paulo, mas infelizmente/vergonhosamente, tenho de reconhecer que aqui no Brasil não há seriedade, portanto, nada funciona plenamente. Se eu fosse mais nova (72 anos) me mudaria para este município de Portugal e lavaria minha neta para ter esta experiência nessa escola na tentativa de vê-la progredir na aprendizagem com gosto pelo aprender.

  55. Simone Barbosa disse:

    Estou maravilhada com tão fabuloso projeto pedagógico do educador José Pacheco. Espero que tão logo, essas idéias inovadoras para que as escolas possam dar mais respaldo à autonomia das crianças possam alcançar muitos seguidores.

  56. MARIA DO CARMO DE SOUZA disse:

    Orientada por um casal de amigos, que está começando a implantar esse projeto aqui no meu bairro, cheguei a este site. E fiquei encantada. E torço para que tudo dê certo. E estou nesse projeto também!

  57. marlene gonçalves carvalho santos disse:

    otimo projeto. ensino perfeito.

  58. Edson Teixeira disse:

    Sensacional ideia renovadora atual maravilha vou me aprofundar.Sou professor da rede pública do RJ e estou perplexo huhu muito bom!!!

  59. Márcia de Paula Purificação disse:

    Num dos desafios pela universidade (maio2015) conheci o idealizador José Pacheco e então um contato(dezembro2015) com o Projeto Âncora – Cotia/SP, apoiado pelo Município de Americana/SP, onde moro. Ainda hoje continuo entusiasmada pelo projeto e nunca cesso de buscar esse valoroso saber que transformou a Educação tradicional em condição acessível a qualquer situação e ser.

  60. RAFA disse:

    OLÁ, ouvi falar que a Escola da Ponte está falindo .. e que tem muitos lados negativos … quero saber se isso é verdade ??

  61. Maravilhoso esse projeto da Escola da Ponte. É uma motivaçäo para as crianças que estão desanimadas com essa metodologia

  62. Danielle disse:

    Para aqueles que têm interesse em fazer um curso sobre a Escola da Ponte, recomendo este:

    Fazer a Ponte no Brasil
    http://www.aquifolium.com.br/educacional/pontenobrasil/

    É a distância e inclui um sistema de envio de perguntas para as pessoas diretamente envolvidas na Escola da Ponte em Portugal.

  63. Quem não gostaria de conhecer uma escola como esta que surgiu de um sonho do sonhador José Pacheco? Quem não gostaria de conhecer uma escola feita para crianças e jovens de verdade, de carne, osso, razão e emoção? Quem não gostaria de conhecer uma escola que, na prática, prepara cidadãos e cidadãs autônomos, críticos e responsáveis? Quem não gostaria de conhecer uma escola onde o professor e a professora são de fato, facilitadores da aprendizagem?
    Professor José Pacheco, o senhor é o Sócrates da atualidade.
    Um abraço cheio de esperança.
    Cleonice

  64. Boa tarde,

    Por favor, gostaria de saber como faço para inscrever minha filha na Escola da Ponte.

    Ela tem 7 anos.

    Obrigada.

  65. SUELI DA SILVA SANTOS SILVINO disse:

    Caros,
    gostaria, como pedagoga e atuando como orientadora educacional, na rede pública de cabo frio RJ, de inserir-me nesse grupo. Sinto-me só nessa luta, as pessoas da educação, principalmente, gestores e secretarias, negam-se a entender e a ver que a metodologia tradicional esmaga o desejo e o sonho de aprender e o aprisionamento em sala de aula com o quadro cheio e professor despreparado, é um quadro de violência simbólica sobre alunos que necessitam de reconhecimento e auto estima em suas vidas, já tão miseráveis, principalmente na falta uma cidadania plena.

  66. Valéria Coutinho Villa Nova disse:

    Um sonho de proposta. Amei conhecer pessoalmente José Pacheco. Agora sonho em fazer estágio dentro desta proposta como aluna de Pedagogia. É possível transformar a educação no Brasil e no mundo! Essa experiência mais que provou isso!!!!

  67. Elzey disse:

    No próximo mês de março, estarei em Portugal e gostaria de visitar a escola. Se for possível, eu preciso agendar data e horário para fazê-lo?
    Atenciosamente,
    Elzey

  68. Ana de Araújo Lima disse:

    Sou apaixonada por essa modaludade de ensino, quisera eu que aqui no Brasil, tivéssemos essa estrutura pedagógica. Penso que seria muito mais proveitoso todos os momentos. Mas como não temos essa estrutura maravilhosa, procura adequar, sempre que possível, as minhas atividades. Procuro possibilitar o melhor aprendizado, visando em primeiro lugar o meu aluno inserido num aluno. Explorando, incentivando o seu potencial. Amo o que faço, e Educação, se faz com afetividade, ludicidade, responsabilidade e compromisso. Abraço. Ana Lima.

  69. Osvaldina Paula de Oliveira disse:

    Sou empreendedora de uma escola de educação infantil, me apaixonei pelo trabalho realizado na escola Ponte e ousei a optar pela inspiração da escola Ponte em minha escola. Mesmo com poucos recursos financeiros já funciona há 5 anos. Estou atualmente tendo problemas com o Conselho de Educação da minha cidade que vai contra a nossa forma de trabalho, gostaria de saber se tenho a possibilidade de amparo para lutar por esse ideal e não perder a minha identidade dentro da educação.

  70. josane felipeto perin disse:

    Boa tarde sou aluna de pedagogia da faculdade UNISAl campis Maria Auxiliadora da cidade de Americana SP, e quando conheci como e’a ESCOLA da PONTE por pesquisas na internet fiquei muito feliz e gostarei muito de conhecer a escola. nesse mes nosso grupo tera que fazer um seminário sobre A ESCOLA DA PONTE, gostaria de saber como e que funciona o agendamento , nossa apresentação sera no dia 17/05/2016. ficariamos felizes se conseguirmos conhecer o metodo enfim a escola. muito obriaga Josane Felipeto Perin

  71. Francisca Danilda Gomes Dias disse:

    Como pedagoga não tinha tido ainda a oportunidade de ler algo sobre a Escola da Ponte de José Pacheco. No entanto, pra ajudar uma colega em uma cadeira da instituição a qual estuda, tive que pesquisar sobre ela. Achei diferente a metodologia pedagógica, dando proximidade e abertura de aprendizagem aos alunos de maneira não cansativa e rotineira. Confesso que o método realmente me surpreendeu. Parabenizo aos profissionais docentes que a colocam em prática. Muito proveitoso e satisfatório para os nossos novos educandos.

  72. Vitor Ailton disse:

    É humana a construção pedagógica exposta no novo modelo educacional, sobretudo, nas escolas. Fiquei emocionado!

  73. estou muito curioso para saber o resultado do programa que tem como teto para avaliação de programa 2015/2016, o MEC de Portugal aprovou esse programa para ser instituído no pais?

  74. Solange E. Costa Barbosa disse:

    É um sonho… Ciência, técnica, mas, acima de tudo, solidariedade e humanidade!!

  75. Cristiane Soares Lima Nunes disse:

    Bom dia, me identifiquei com trabalho de voces , bem diferenciado atende as necessidades individuais. Sou brasileira, professora de educacao innfantil e gostaria de conhecer pessoalmente a escola.Quando tiverem algum projeto de intercambio, quero participar. Obrigada Cristiane

  76. Bom Dia!!! Estou seguindo para Portugal, pois meu esposo e filhos são cidadão portugueses. Tenho um filho de 16 anos, com Síndrome do Espectro Autista leve, estudante de ensino regular no nono ano, com algumas dificuldades. Chego dia 16 /04/16 em Porto, para fazer a matricula , se possível nessa escola. Já tenho o histórico escolar que amanhã levarei ao consulado português, para as devidas providencias, pois sei que o ano letivo inicia em setembro. Alguém pode me auxiliar nesta tarefa? Quais documentos devo apresentar? Somos aposentados do serviço publico, eu federal e o esposo estadual. Pretendemos estar morando em Portugal a partir de setembro deste ano e gostaríamos de deixar a situação escolar do nosso filho resolvida. Atenciosamente e ansiosamente, aguardo resposta, Sonia Cristina

    • Dafne Melo disse:

      Cara Sonia,

      Tente entrar em contato diretamente com a Escola da Ponte. Nós não intermediamos contatos entre pais/estudantes e escolas.
      O Centro de Referências em Educação Integral é formado por organizações da sociedade civil que trabalham com o tema da educação integral.
      Em nosso site, publicamos textos, notícias e experiências relacionadas ao tema.

      Abraço,
      Equipe do Centro de Referências em Educação Integral

  77. isabela alvarenga disse:

    SOU ESTUDANTE DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA NA FUMEC, EU FIZ O ESTAGIO SUPERVISIONADO UM NA ESCOLA DA SERRA QUE UTILIZA SEUS METODOS NO BRASIL.

  78. Rui Vieira disse:

    Excelente trabalho que devia ser aplicado a todo o pais.
    Em vez de se estar a copiar métodos de outros países sem bons resultados no nosso país. O meu filho como muitos, que é curioso e dedicado não tem melhores resultados com as metodologias existentes infelizmente e acabam por ser catalogados por maus alunos.
    Para quando um pedido dos outros professores para aplicar esta metodologias, já que os pais mesmo com as associações de pais existentes nas escolas não conseguem.
    Continuem a espalhem POR FAVOR.
    RV

  79. Maria SeloiPereira disse:

    Amei todo o trabalho oferecido e disponibilizado aos estudantes da area acadêmica principalmente, gostaria de poder continuar a obter materiais de forma simplificada por um longo tempo de minha vida educacional.

  80. Sou estudante do curso de Pedagogia e pesquisando sobre novos métodos de avaliações em outros países encontrei a Escola da Ponte, Só não sei se estou feliz ou triste, de saber que perdi tanto tempo na escola tradicional, com metodologia de ensino onde tenho a sensação de tempo perdido, onde os mesmos estavam preocupados com o sistema de ensino e nunca quiseram saber como eu estava me sentindo, decidiram por mim o que eles iriam fazer com minha vida, e nunca se preocuparam se eu estava feliz, ou se eu desejava aquelas coisas . É impossível se tornar médico, doutores pessoas bem sucedidas, antes mesmo de se tonarmos humanos. A Escola da Ponte forma cidadãos seres humanos, e sendo assim esses seres serão felizes. E o pior é que fiz o mesmo com meus filhos, eles passaram e passam pelo mesmo sistema de ensino medíocre, tenho vergonha por ter feito três seres sofrerem o mesmo que eu sofri, e ainda sofro. Mas fico feliz em saber que em Portugal exista pessoas felizes, o qual as mesmas decidem o que fazer com sua própria vida. No final da vida o que importa mesmo é o que vivemos, da forma que vivemos, e o que ainda resta para se viver, toda a sensação de tempo perdido doí na alma aperta o coração, mas infelizmente o tempo que se perdeu jamais voltará.

  81. Ana Gabriela Cardoso disse:

    Bom dia!
    Sou graduanda de Pedagogia na UEMG (Universidade do Estado de Minas Gerais) na cidade de Divinópolis, estou no 7° período. O tema do meu TCC é a metodologia da Escola da Ponte, por ser uma metodologia em que acredito. Aqui na minha cidade não existe nenhuma escola com essa metodologia. Amei o texto e gostaria muito de poder receber mais coisas no email se possível!
    Obrigada por acrescentar minha pesquisa.

  82. Assisti na TV SUPREN a entrevista com o Prof. José Pacheco e fiquei fascinado pelo projeto. Sou professor na pós-graduação e me pergunto como implementar esta filosofia de ensino no meu grupo, com meus alunos. Será possível?

  83. Marcelo Antonio Alves da Cruz. disse:

    É muito difícil encontrar palavras que expressem a grandiosidade e genialidade do trabalho pedagógico desenvolvido pela Escola da Ponte, trabalho este, que deveria ser copiado por muitos governos e nações.
    Ao meu conceito, é o único caminho a ser trilhado para sair de modelos de ensino que ainda reproduzem a pedagogia do século XIX , vigentes em muitos países, principalmente, os da América Latina.

  84. LUCIA MARIA OCKER disse:

    Como Orientadora Educacional, sempre pensei que devemos deixar a natureza agir, e esperar o tempo certo da criança ou adolescente, querer aprender, porém, não imagino este universo, na aplicabilidade do processo ensino e aprendizagem, acontecer.
    Parabéns a todos envolvidos, este trabalho é magico.
    gostaria de receber mais informação.

  85. Leonardo Tebaldi Henriques dos Reis disse:

    Boa noite.
    Estarei em Portugal em Janeiro de 2017, gostaria de saber se posso conhecer a Escola da Ponte pessoalmente.
    Sou professor, Licenciado em música e pós graduado em Neurociências Pedagógicas.

    Aguardo, ansioso vosso retorno!

    • Dafne Melo disse:

      Leonardo,

      Entre em contato diretamente com a Escola da Ponte, por meio dos contatos ao final da matéria.

      Abraços,
      Equipe do Centro de Referências em Educação Integral