13 filmes que discutem racismo na educação

Consciência Negra. Dia em que se relembra a morte de Zumbi dos Palmares, líder de um quilombo, que lutou incessantemente pela libertação de escravos e por uma sociedade digna. Na perspectiva de discutir como ainda hoje o racismo está presente e como a luta do movimento negro permanece necessária na sociedade brasileira, o Centro de Referências em Educação Integral escolheu 13 filmes que tratam da temática no ambiente escolar ou na educação de forma geral. São histórias presentes que nos auxiliam a desvendar a origem dos preconceitos e dar mais passos para que o país possa vencê-los.

1. Escritores da Liberdade, Richard LaGravenese – EUA/ 2007


Uma nova professora chega a escola tentando mostrar aos estudantes que aquilo que trazem de casa os das ruas faz sentido também dentro da sala de aula. Problemáticas como racismo, desigualdade social e exclusão social dão o mote do filme. Baseado em fatos reais, o longa mostra como a professora Erin Grunwell transformou a relação de aprendizagem em uma escola dividida por tribos. Escola marcada pela resistência dos estudantes em lidar com as diferenças, é por meio da professora que a discussão de cor e raça é trazida para as atividades, que incluem escrever sobre a história de vida de cada um.

2. Vista a minha pele, Joel Zito Araújo & Dandara - BRA/2004

O vídeo ficcional-educativo traz em menos de 30 minutos uma paródia sobre como o racismo e o preconceito ainda são encontrados nas salas de aula do Brasil. Invertendo a ordem da história, o vídeo utiliza a ironia para trabalhar o assunto de forma educativa. Nele, negros aparecem como classe dominante e brancos como escravizados e a mídia só apresenta modelos negros como exemplo de beleza.

3. Cultura Negra – Resistência e identidade, Ricardo Malta – BRA/2009

O documentário, produzido pela da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR) e do Centro de Articulação de Populações Marginalizadas (CEAP), organizações sociais que combatem a intolerância religiosa e buscam por maior visibilidade da cultura negra. Um dos objetivos do vídeo é contribuir com o debate entorno da Lei nº10639/03, que torna obrigatório o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e a inclusão, no calendário escolar, do dia 20 de novembro como Dia da Consciência Negra.

4. Olhos azuis, Jane Elliot- 1968/EUA

O documentário mostra como foi o trabalho desenvolvido pela educadora norte-americana Jane Elliot, que realizou atividades de conscientização tanto com crianças quanto com adultos brancos, em 1968. O vídeo mostra o processo de conscientização realizado durante as oficinas, no qual os brancos poderiam sentir a discriminação sofrida por negros.

5. Ao mestre com carinho, James Clavell, 1967/ EUA

Um engenheiro desempregado começa a lecionar em uma escola pública da periferia de Londres, formada por estudantes rebeldes e também racistas. Aos poucos, ganha a confiança, amizade e respeito dos alunos.

6. Mãos talentosas, Thomas Carter-2009/EUA

O filme conta a história de um menino pobre do Detroit. Desmotivado por tirar baixas notas na escola, era motivo de bullying de forma frequente. Incentivado a estudar pela mãe, que voltou a estudar já adulta, Ben Carson torna-se diretor do Centro de Neurologia Pediátrica do Hospital Universitário Johns Hopkins aos 33 anos, em Baltimore, EUA.

7. Encontrando Forrester, Gus Van Sant – 2000/ EUA

O filme trata sobre a história de Jamal, um adolescente do Bronx que vai estudar em uma escola de elite de Manhattan (EUA), mas continua sofrendo discriminação e preconceito por conta de sua cor. Com a ida, conhece o talentoso escritor William Forrester, que percebe seu talento para a escrita e o incentiva a prosseguir nessa área.

8. Mentes Perigosas, John N. Smith -1995/EUA

A professora Louanne Johnsonganhar dinheiro com artesanato entra em uma escola da periferia norte-americana e é hostilizada pelos alunos. Percebendo que seu método de ensino não está funcionando Louanne passa a se envolver mais com a diversidade cultural de seus estudantes e, assim, percebe melhor as dificuldades que passam.

9. Entre os muros da escola, Laurent Cantet – 2008/ França

François Marin atua como professor de língua francesa em uma escola de ensino médio, na periferia de Paris, composta por estudantes de diversos países da África, do Oriente Médio e da Ásia. Ele e seus colegas docentes tentam buscar diversas ações para ensinar os estudantes, mas ainda assim encontram dificuldades, dada as condições socioeconômicas em volta da unidade escolar.

10. Separados mas iguais, George Stevens Jr – 1991/ EUA

Baseado em fatos reais, Separados, mas iguais narra a disputa entre pais de alunos negros  e juízes do Condado de Claredon, na Carolina do Sul, no início dos anos 1950. Na época, as escolas separavam os alunos brancos, que claramente tinham acesso à educação de maior qualidade e acesso à verba para manter a estrutura das escolas. Um diretor da escola tem o pedido de um ônibus escolar negado e, com o apoio do pai de um de seus alunos, entra com processo contra o Estado, alegando a inconstitucionalidade na existência de escolas diferenciadas para negros e brancos.

11. Sarafina – o som da liberdade, Darrell Roodt – 1992/África do Sul

Com Whoopi Goldberg no papel principal, o filme conta a história de uma professora sul-africana que não aceita ver seus estudantes se sentindo diminuídos. Em um processo educativo permanente, ela ensina seus alunos negros a lutarem por seus direitos e compreenderem a sociedade em que vivem, não esquecendo que podem diariamente transformá-la.

12. Preciosa, Lee Daniels – 2009/EUA

O filme conta a trajetória de Claireece “Preciosa” Jones, uma garota negra que sofre diversas dificuldades. Quando criança, é abusada e violentada pelos pais. Cresce pobre e passa por uma série de discriminações por ser analfabeta e acima do peso. Após muita insistência pessoal e com a ajuda de uma educadora que muito acredita na sua possibilidade de mudança, Preciosa dá a volta por cima.

13. Alguém falou de racismo, Daniel Caetano – 2002/Brasil

O filme mistura trechos documentais e ficcionais para contar a história de um professor que decide provocar seus estudantes a pensarem sobre o preconceito racial e a construção da sociedade brasileira que sistematicamente segregou negros e brancos.

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84 COMENTÁRIOS

  1. Antonio disse:

    Ao mestre com carinho é uma obra prima, passava no SBT nos anos 90, pena que nunca mais passou.

  2. claudia nunes disse:

    adorei as sugestões , gostaria de receber mais orientações.

  3. Marcos Jonas disse:

    Sensacional as dicas. Sugiro mais um filme: A Cor da Fúria. Com Jhon Travolta.

    ;)

  4. Maria Alice Soares Guardieiro disse:

    Parabéns pela escolha!
    Todos os filmes falam da temática. É através da educação que iremos acabar com o preconceito.
    Obrigada,
    Um abraço

  5. Mariana Ferreira da Silva disse:

    muita boa indicação me interesso muito pela temática dor racismo e do preconceito contra a pessoa negra, no meu tcc discuti sobre a formação da identidade da criança negra, sou professora e me preocupo em despertar essa discussão com meus alunos

    • Regina Pereira Lima disse:

      Oi! Boa tarde! Tudo bem?
      Irei fazer meu TCC sobre o tema “O racismo em sala de aula” e lendo os comentarios li que voce fez o seu TCC sobre racismo, gostaria de algumas dicas de livros, artigos, sites, documentarios e outras dicas para poder enriquecer meu trabalho. Vou entregar e apresentar no final desse ano, onde com a ajuda de deus e meus esforços concluirei minha faculdade de pedagogia. Obrigado.

  6. LUCINEIDE CARVALHO SILVA disse:

    Adore!!!! Filmes como estes nos ajudam a primeiro sensibilizar nossos alunos; para construir conhecimento e repertoriar professores a sentir em uma zona de conforto para tratar do racismo em sala de aula.

  7. Jairo Luis da silva disse:

    Acrescentem à lista o filme “Conrack”…..de 1974…

  8. mirthes martins disse:

    Boa pedida, estamos precisando aprender a lidar contra o racismo e esses filmes são um bom aprendizado, mostrando a realidade das pessoas que sofrem como racismo.
    Ao Mestre com Carinho e um filme especial, relembra minha adolescência

  9. mirthes martins disse:

    Boa pedida, estamos precisando aprender a lidar contra o racismo e esses filmes são um bom aprendizado, mostrando a realidade das pessoas que sofrem com racismo.
    Ao Mestre com Carinho e um filme especial, relembra minha adolescência

  10. patricia marinho disse:

    outras dicas me interessam muito bom os titulos alguns ja trabalhei com meus alunos…

  11. patricia marinho disse:

    tenho dicas como; kiriku, O CONTADOR DE HISTORIAS,

  12. Eva Santos disse:

    Ótimo

  13. maria dos prazeres dos santos disse:

    os filmes vão contribuir muito com meu trabalho,muitoooooooo obrigado!

  14. Eliezer Freitas disse:

    Faltou um filme nacional excelente, extremamente impactante e que centraliza as questões racial e de classe: Quanto vale ou é por quilo?. Um filme forte, intenso e pesado como a realidade racista brasileira.

  15. Andre Kenji disse:

    Esses filmes não discutem o racismo na educação. Eles apresentam a sua própria forma de racismo, ao mostrar minorias de forma patronizadora:

    https://www.youtube.com/watch?v=ZVF-nirSq5s

    • Julia Dietrich disse:

      Entendemos seu ponto de vista, André e agradecemos o comentário. Certamente o debate que você apresenta é importante e na nossa visão, é justamente esse o papel do professor; o de instigar os estudantes a debaterem sobre o tema.

  16. Sueli da Silva Miguel disse:

    Já assisti alguns filmes, são ótimos.

  17. LidianeNascimento disse:

    Olá, gostaria de sugestões de artigos, filmes, que eu possa abordar sobre as piadas racistas no espaço escolar.

    • Larissa disse:

      Tem um documentario brasileiro que aborda a questao da piada em geral, busca apresentar que a piada tem um carater politico e carregado de visao hegemonica. É bem interessante, se chama: o riso dos outros.
      Acredito que é um caminho para abordar a piada racista e a pratica do bullyng.

  18. isabel disse:

    esta semana passou um filme no telecine cult-”O que a carne herda”.Um filme antigo,mas que retrata até hoje o racismo.

  19. Francisco disse:

    Faltaram vários, exp.: Diamantes de sangue, senhor das armas, crash-no limite(acho que é assim que escreve), o último rei da Escossia. Entre outros vários, mas esses tem uma bela discussão sobre racismo

  20. Lisa disse:

    Filmes muito bons, parabéns pela seleção. Tem um filme chamado “A vida secreta das abelhas” também que é muito interessante. Vale a pena assistir.

  21. Bianca disse:

    Duelo de titãs também é excelente para se trabalhar o racismo.

  22. Bernadete Lage disse:

    Arte e Literatura à serviço da Vida, a serviço do Ser Humano ou vice-versa?
    Vale refletir sobre valores equivocados, que ferem pessoas inocentes.
    ANATOMIA DO SILÊNCIO.
    O que a Vida espera de nós. (Bernadete Lage – Profª )

    Falemos da polêmica, final de 2012. envolvendo o livro indicado
    para escolas, “Caçadas de Pedrinho”, por referências racistas.
    Lembrei-me de um senhor da Etnia Cigana, que me confidenciou, emocionado, sua vergonha, dor e desconforto com o teor de outro livro usado em escolas e vestibular. Resolvi conferir, tanto o parágrafo, quanto o seu alcance no meio estudantil.
    Reproduzo o trecho do livro Memórias de Um Sargento de Milícias, indicado para escolas e vestibulares, o qual, apesar de ter sido escrito em 1854, revela um comportamento absolutamente contemporâneo.

    “E esperou que o dia voltasse para prosseguir em suas pesquisas.
    Entretanto vamos satisfazer ao leitor, que há de talvez ter curiosidade de saber onde se meteu o pequeno.
    Com os emigrados de Portugal veio também para o Brasil a praga dos ciganos. Gente ociosa e de poucos escrúpulos, ganharam eles aqui reputação bem merecida dos mais refinados velhacos: ninguém que tivesse juízo se metia com eles em negócio, porque tinha certeza de levar carolo. A poesia de seus costumes e de suas crenças, de que muito se fala, deixaram-na da outra banda do oceano; para cá só trouxeram maus hábitos, esperteza e velhacaria, e se não, o nosso Leonardo pode dizer alguma coisa a respeito. Viviam em quase completa ociosidade; não tinham noite sem festa. Moravam ordinariamente um pouco arredados das ruas populares, e viviam em plena liberdade.
    Os dois meninos com quem o pequeno fugitivo travara amizade pertenciam a uma família dessa gente que morava no largo do Rossio, lugar que tinha por isso até algum tempo o nome de campo dos Ciganos. Tinham esses meninos, como dissemos, pouco mais ou menos a mesma idade que ele: porém acostumados à vida vagabunda, conheciam toda a cidade, e a percorriam sós, sem que isso causasse cuidado a seus pais; nunca faltavam a acompanhamento de via-sacra, nem a outra qualquer coisa desse gênero……………………………………………………………………………………………
    Pelo caminho o menino teve alguns escrúpulos e quis voltar, porém os outros tal pintura lhe fizeram do que ele ia ver se os acompanhasse, que decidiu-se a segui-los até onde quisessem.”

    Referindo-se ao livro de Montei’ro Lobato, “Caçadas de Pedrinho”, motivo da discussão, alguém justifica que o autor, como forma de provocação à reflexão, também disse:
    “ Tia Nastácia, tomando o lugar de Dona Benta em um carrinho, proclama: “Agora chegou minha vez. Negro também é gente, sinhá…” ,

    Já no livro em questão, “Memórias de Um Sargento de Milícias”, de Manoel Antônio de Almeida, o autor abre espaço para apresentar sua “pesquisa histórica” e “analítica” – generalizando perigoso conceito sobre pessoas de uma etnia, quando, em mais uma diáspora de sua história, , veio para o Brasil, expulsa de Portugal. Esse povo que, desde o século onze, vive em sofrimento, discriminado e desamparado, e que viu serem dizimados cerca de 1 milhão de seus integrantes nos campos de concentração da segunda guerra. Fato, aliás, que quase não consta dos arquivos de pesquisa, quer escolares, quer como indicadores sociológicos.

    SILENCIOSAMENTE, CONTINUAM À MARGEM DA SOCIEDADE, com a grande maioria de seus integrantes, apartados de rotinas includentes – escolas, etc.,
    e impedidos de frequentar lugares públicos com tranquilidade . Clandestinos, despertencidos.
    Chaga de um apharteid violento e doloroso que insiste em não se fechar .
    E o autor é citado no Wikipedea como detentor de estilo jornalístico, ou seja, referendado!

    Por tudo isso, não podemos ignorar que se trata de uma obra que, com indicação pedagógica e sem uma leitura crítica filtrada na nova visão humanística, importantíssima, ajuda a formar equivocadamente jovens que vão interagir, formar opinião, na história do país. Mesmo estando no século XXI, jamais se teve notícia de algum educador que tenha chamado a atenção dos alunos para a reflexão sobre esse parágrafo, ou para qualquer outro material informativo ligado ao preconceito e rejeição contra seres humanos, Ciganos, contemporâneos nossos. Sem o filtro da racionalidade que se espera dos homens de boa-vontade, isto tudo só colabora para perpetuar a rejeição , lendariamente adquirida de gerações passadas, tão equivocadas.

    Os mais apressados, dirão:” ora, agora vamos então ter que eliminar todas as obras de escritores brasileiros” ou “isso é caça às bruxas da literatura. ”
    Essas pessoas, ainda que bem-intencionadas, precisam levar em conta duas colocações imprescindíveis:
    1) Que ao emitirmos uma opinião sobre fatos dessa relevância, temos que ser isentos, justos, nos colocando no lugar do outro: se o alegado preconceito fosse relacionado à nossa pessoa ou a nossos familiares, com as palavras lidas no texto, será que não sentiríamos a mesma dor ou desconforto?
    2) Estamos vivendo novos tempos. Não há mais espaço para opiniões impensadas, em que “isso é apenas uma “figura literária” ou que “vale tudo em nome da arte”. Precisamos entender que ARTE, literária ou não, tem que estar a serviço da vida, do despertar sincrônico do apaziguamento, do refinamento da sensibilidade humana. Precisamos entender que qualquer forma de desrespeito, racismo, preconceito, sob o manto da arte ou não , feita a nossos irmãos Negros, Ciganos, Índios, Muçulmanos, Judeus, etc, ainda que anacrônica, pressupõe consequências nefastas, envolvendo, em efeito cascata, toda a sociedade humana.
    O que se espera de uma sociedade justa, civilizada, é que todos os que defenderem a manutenção destes livros nas escolas, em nome da memória literária do país, defendam também, com o mesmo ardor, e por responsabilidade civil, o respeito e a inclusão dessa Etnia,
    Lutemos, todos , por veiculação de Campanha Nacional por Proteção e Respeito também à Etnia Cigana, para que se cumpra o que determinam nossa Constituição e o Código Penal, consolidando, assim, o princípio de igualdade para todos os cidadãos brasileiros.

    Bernadete Lage Rocha – Profª
    bernadetelage@gmail.com

  23. Luiziane disse:

    Muito boas as dicas. Sugiro este site para vet outros filmes e outros temas para se trabalhar em aula.http://www.uhu.es/cine.educacion/cineyeducacion/

  24. Michelle Cirne disse:

    Incluam o maravilhoso (baseado em uma história real) O Grande Desafio, primeiro filme dirigido por Denzel Washington. https://www.youtube.com/watch?v=4tJiimHYDe0

  25. Vanderlei salatiel disse:

    Fantástico esta lista de filmes, mas gostaria de saber onde encontrá-los em São Paulo, pois alguns são mais comerciais e mais fáceis de achar. Por exemplo Preciosa, Entre os muros da escola,mentes perigosas,ao mestre com carinho,mas os demais ….

    • Juliana Sada disse:

      Olá, Vanderlei,

      os filmes, em sua maioria, podem ser encontrados em videolocadoras e lojas especializadas. Caso haja dificuldade em encontrar, é possível entrar em contato com as empresas distribuidoras das obras.

      Abraços,
      Equipe do Centro de Referências em Educação Integral

  26. Maria do Carmo Barbosa de Melo disse:

    Excelente iniciativa, a socialização de filmes temáticos, especialmente o respectivo acervo, considerando que a problemática do racismo na escola precisa ser bastante discutida e trabalhada.

  27. Obrigada, gostaria de receber sempre indicações como essas. Trabalho com a Educação Infantil e curso Pedagogia, excelente conteúdo.

  28. muito bom esse filmes, vou complementar o seminário com alguns deles.

  29. Patricia Monteiro disse:

    Adorei as indicações……

  30. Raquel Maria disse:

    Obrigada pela sugestão de filmes que me ajudarão ao enfrentamento ao racismo em sala de aula, por especial!!

  31. fatima disse:

    Legal, vivemos em uma sociedade onde precisamos buscar alguma forma positiva para estarmos trabalhando questões de racismo, preconceitos nas escolas. E na sociedade de modo geral. E o filme é uma dinâmica legal para discussão.

  32. NATANAEL FARO disse:

    gostaria de receber mas informações deste do cumentarioso donde fa de negro temo muitos joven co munidade para manter infcormdos

  33. temos de parar de ser choroes , e entramos no mundo branco fora da africa , e natural , rejeição , como nordestino , em sp , porem o mundo branco reconhece nosso valor , nossa força , nossa inteligencia , pois nos da oportunidade , deputados vereadores medicos , etc, negro esta muito
    chorao – nao reconhece que o branco tambem sofre , porem as vezes , o branco não mostra seu sofrimento , e mostra o nosso , e ai ficamos dando de coitadinho não somos , sou filho de sapateiro – empregada domestica
    descendentes de escravos , com luta e trabalho e perceverança , conseguimos , tenho quatro filhos negros , formados medico etc , sabe qual o conselho dei para eles ter dado certo – 1 – deus , depois filhos voces
    esta em um sistema branco , não esta na africa , cola nos brancos e nas brancas , foge de nosso povo , foge da escola de samba = rep – etc.
    que da certo e deram profissionalmente , e são aceito por brancos e brancas tenho netos ate hermano , deu certo , nosso povo precisa estudar , trabalhar , se esforça e buscar caminhos corretos que o mundo e de todos e somos iquais na presença de deus e isso que importa , da vergonha de ser negro , de ver tanta choradeira , duvido que na africa
    os negros não boicontam os brancos , porque estranham as vezes ser
    boicatados no mundo branco e normal e natural . foi , ruim a escravidao foi terrivel , mas so fazem com a gente aguilo que deixamos
    nossos irmaos , abaixaram cabeça se submeterão , agora fica a eternidade usando isso se fazendo de vitimas , o judeu aceitou , não ,. o indio aceito ser escravo não , entao fomos fraços , dançamos , agora e hora de reconhecer a verdade , e agarrar as oportunidades que o mundo branco ofereçe, pois nada e impossivel – ex – obama – joaquim barbosa , este juiz , quanto que sera que sofreu para chegar onde chegou tenho certeza que muito , mas chegou , o certo e divulgar isto para os jovens , que podemos , e somos capazes , não somos coitadinho
    deus abençoe – nossas geraçoes futuras de negros e parem de ser manhosos , pois isto não soma , so enfraquece e destroi e atrapalha , e a sociedade brança , gosta , pois fazemos papel de palhaçoes , esta e a opinião de um avo , pai , titio , e marido – wencedores no mundo branco

  34. MARA LOPES ROBAINA disse:

    Material excelente para ser trabalhado com professores, alunos e sociedade. Ainda há muito o que fazer para acabar com o preconceito no Brasil contra brasileiros negros. Essas pessoas que sofreram/sofrem a violência e o abuso a longo da história precisam ser escutadas, vistas e valorizadas, ainda precisa-se de muita luta para que se (re)escreva uma história mais verdadeira do povo brasileiro e que sua diversidade étnica seja conhecida e reconhecido o valor da contribuição afro e indígena,

  35. Estou cursando a Disciplina Relações Etnicos-Raciais no Brasil. Veio a calhar! Amei a sugestão! Vou anotar e assistir!

  36. Airton Aparecido Alves Pinto disse:

    O filme “Alguém Falou de Racismo?” é sensacional, pois relata o que acontece hj não só na escola, mas em todos os ambientes por que passamos e foi de encontro ao que eu queria mostrar no meu trabalho sobre Racismo na Escola. Fiquei estagnado e repensando minha vida a 40 anos atrás e por todas as situações de preconceito por que passei: eu estava me calando e me sentido acoado, sem perspectiva e vcs fizeram com que eu me reerguesse. Obrigado.

  37. edileusa alves de souza. disse:

    muito bom os filmes vai me ajudar bastante no trabalho contra o racismo …

  38. taispaixao disse:

    queria mais orientacoes sobre o racismo

  39. MARIA DA GLÓRIA disse:

    EXCELENTES FILMES TEMÁTICOS. PARABÉNS!

  40. DALMO disse:

    SIMPLESMENTE OTIMO MESMO…JA CONHECIA UNS 8 FILMES..COMPLETANDO MINHAS COLEÇÕES E ENFRENTADO O RACISMO….

  41. Renata disse:

    “Meu mestre minha vida” é um excelente filme também

  42. carmen paulo disse:

    Alguns dos filmes citados, são trabalhados por mim na minha escola. Tem um filme fantástico que valoriza a criança e engrandece os adultos que é a preciosidade do filme ” Kiriku e a Feiticeira”, perdi as contas de quantas vezes eu já assisti!!!!!

  43. Ana disse:

    Faltou “Dear white people”, saiu esse ano, vale a pena assistir.

  44. Gerson disse:

    Realmente estes filmes são excelentes para reflexão, vale muito separar um tempo para ve-los.

  45. milton lopes disse:

    Precisamos de um engajamento efetivo, porque durante estes 515 anos só tivemos nossa imagem desgastada. Basta ver como o nosso dicionário trata a palavra NEGRO. Nas transmissões televisivas os camefamen procuram focar as pessoas brancas, mesmo num campo de futebol com maioria negra. Inclusive num dos casos aonde o cameramem era negro. Pode? Um massacre total!

  46. Ronaldo Luis de Almeida disse:

    Trabalho aqui na Unicamp, e quero adquirir a coleção completa dos 13 filmes, para apresentar aqui na UNICAMP, pois tem um espaço Público dentro da Universidade que é na “Casa do Lago” e temos um CINEMA, quero colocar em cartaz toda esta programação, e não somente no nosso mês, porem o ano todo, e estaremos a promover debates apos apresentação dos filmes,…

    Gostaria de sugerir, que possamos continuar dando sugestões de mais filmes, pois existem vários outros filmes, e que pudesse ser como sugestão,.. um catalogo de outros Filmes Racial.

    Saudações Racial,…
    Ronaldo Luis de Almeida.

  47. Célia Chaves Gurgel do Amaral disse:

    Gostei da seleção de filmes. Estou fazendo um projeto de documentário sobre a temática do racismo aqui em Fortaleza.

  48. fabiana rocha disse:

    Estou fazendo um trabalho na faculdades sobre preconceito racial e educaçao, isso ta me ajudando bastante… Já assisti ao filme “Entre os muros da escola”. Muito bom! Obrigada

  49. Liliane disse:

    Legal, sou professora e estava procurando filmes sobre o racismo para trabalhar com meus alunos, foi de muito ajuda, obrigada.

  50. joselito disse:

    Olá ,tudo bem .
    Procuro o filme Serafina completo e dublado , alguém pode me ajudar.

  51. Lucas Villar disse:

    ÓTIMAS DICAS…. ACREDITO SER INTERESSANTE ACRESCENTAR AS SEGUINTES CONTRIBUIÇÕES:

    1. QUANTO VALE OU É POR QUILO?
    2. O GRANDE DESAFIO.
    3. A OUTRA HISTÓRIA AMERICANA.
    4. TEMPO DE MATAR.

  52. João José de Oliveira Pecchiore disse:

    Assisti aos filmes: “Ao Mestre com Carinho”; “Mãos talentosas” (recomendo – maravilhosos); Encontrando Forrester (excelente!); “Mentes Perigosas” (recomendo para colegas psicólogos, psicopedagogos e professores); Entre os Muros da Escola.
    Parabéns pelas indicações.

  53. Vitória disse:

    http://www.adorocinema.com/filmes/filme-225928/
    Esse filme que vai lançar acho que vai ser um que com certeza deverá entrar na lista.

  54. Célia Oliveira disse:

    Quando estava na Universidade, vi alguns filmes desta lista, eles me encorajaram a erguer a cabeça e ir em frente, me assumindo como mulher, negra e suficientemente capaz de mudar o meu destino.
    É muito oportuno passar filmes deste gênero para os jovens,pois tem muita abobrinha deturpando nossa juventude.

  55. edu tadeu disse:

    Sugerindo mais um: Conrack, sobre o professor loiro e de olhos azuis (interpretado por Jon Voight) que vai dar aulas a uma comunidade isolada de negros que vive numa ilha afastada da civilização. O filme é de 1973, dirigido por Martin Ritt e, muito mal comparando, é uma espécie de Ao Mestre com Carinho mais radical e com as etnias trocadas. Altamente recomendável e super dentro do tema dessa postagem.

  56. Gostaria de receber informativos com sugestões desses filmes tão interessantes pois estou fazendo pós na área de educação e queria sugestões para esses titulos. Grato

  57. Eulalia Pereira Correa disse:

    Amei a relação, irá contribuir para conscientizarmos nas escolas.
    Já assisti alguns. Parabéns!!

  58. JANANCY SOLEDADE disse:

    Amei. Assisti o filme Sarafina quando estudava a 7 série e lembro até hoje.

  59. Laurenice disse:

    Interessante a lista de filmes que além de abordar o racismo, aborda temas socias da periferia. Sou grata por tal acervo. Assisti alguns e agora assitirei o restante e gostaria de acrescentar o filme O Grande Desafio e Um Sonho Impossível.

  60. Célia Regina Cerqueira de Souza disse:

    Assim vocês ajudam a educar para uma nova sociedade. Parabéns pela iniciativa de compartilhar conosco!

  61. Eunice Aparecida Rocha Camargo disse:

    Excelente as dicas para um trabalho no mês da consciência negra.

  62. valdenice disse:

    Muito boas sugestões ! ótimos filmes !!

  63. Raimunda Feitosa disse:

    Obrigada pela indicação dos filmes, todos de excelente qualidade.

  64. Joana disse:

    Sarafina parece um bom filme. Fiquei curiosa com alguns que vou tentra assistir. Sem dúvida que a consciência negra é importante para evoluirmos como civilização! http://demonstre.com/cinco-filmes-negros-com-orgulho-dia-da-conscincia-negra/
    Abraços e até ao próximo post!

  65. Adorei os filmes . Vou passa para meus alunos e ter um bom rendimento de aprendizagem.

  66. Filmes ótimos para ser passado em sala de aula, para ter um bom rendimento de aprendizagem. Obrigada

  67. Obrigada por terem organizado este site. Quando procurava uma forma de abrir a discussão sobre as questões étnico raciais com meus alunos de Licenciatura, me deparei com essa produção. Muito me auxiliou em perspectivas de discussão. Precisamos mesmo difundir a discussão em torno desse tema e nos posicionarmos cotidianamente.

  68. Gabriel Pereria disse:

    Muito boas as indicações, mas precisaria da classificação etária, pois professores do primário precisam ficar atentos a isso. Você poderia nos fornecer?

  69. Edson Pompilio da Silva disse:

    Acervo de uma dimensão e de uma grandeza imensurável para trabalhar com trabalhos onde se discutem o racismo. Obrigado por tornar público este material de apoio que se respalda como apoio nos nossos trabalhos didáticos em salas de aula.
    Com carinho! Meu fraternal agradecimento e grande abraço.