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HACKEANDO A SOCIEDADE

Reconhecer a importância do conhecimento para que seja possível transformar a realidade.

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Plantão Pedagógico

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Prática elaborada por Sarah Nery, do NAVE Rio

PLANO DE VOO

Hackear significa conhecer e modificar os aspectos mais internos de dispositivos, programas e redes. Nessa perspectiva, a prática Hackeando a Sociedade pretende aprofundar o conhecimento dos alunos sobre a escola e a comunidade a ponto de serem capazes de transformá-las.

Ela pode ser aplicada como estratégia de ensino-aprendizagem a qualquer disciplina, ou até mesmo incorporada nos processos de gestão escolar. O objetivo é que, organizados em grupos, os alunos identifiquem no seu território – escola, casa, bairro – o que eles gostariam de “hackear”, isto é, modificar.

 “Um projeto tratou do desperdício de comida aqui na escola, do fato das merendeiras colocarem muita comida no prato. Daí surgiu a demanda dos próprios alunos se servirem, que foi encaminhada para a gestão. Dessa conversa, surgiu o seguinte acordo: os estudantes hoje se servem de arroz e feijão e as merendeiras colocam a salada e a proteína”, diz Sarah Nery, professora idealizadora.

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Pilotando

Pesquisa

Peça para os alunos realizarem uma pesquisa sobre a cultura hacker, contemplando a diferenças entre os termos hacker e cracker. Em linhas gerais, o hacker diz respeito a alguém que modifica sistemas com intuito de melhorá-los, enquanto o cracker faz intervenções antiéticas. Peça também para que eles reflitam sobre a relação entre cultura hacker e a liberdade de acesso ao conhecimento e a inovação.

Mapeando o entorno

O segundo passo é pedir aos alunos para mapearem criticamente seu entorno, identificando problemas e conflitos de interesse público que precisam ser resolvidos. Feito isso, os grupos devem eleger uma questão para que possam se aprofundar.

Conhecendo de perto

A partir da questão apontada, os alunos devem fazer uma pesquisa sobre os diferentes atores e circunstâncias envolvidas.O professor deve fazer a orientação desse processo para apontar possíveis caminhos de intervenção.

Pensando soluções

Por fim, os grupos apresentam o projeto para hackear, isto é, solucionar o problema verificado. Essa resposta pode envolver diversos atores do entorno, promovendo a articulação entre escola e comunidade.

Equipagem

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