Reportagens

Reprovação, não; Reviravolta, sim

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Se alguém precisa ser reprovado somos nós adultos que não geramos as condições necessárias e suficientes para que todos tivessem condições de aprender

Por Tereza Perez
Diretora-presidente da Comunidade Educativa CEDAC

A pandemia desestabilizou nossas rotinas, nossas relações, nossas perspectivas de vida e interditou a escola, o único equipamento público frequentado diariamente por milhões de estudantes e educadores. As famílias dos estudantes se viram diante de um desafio inédito, de viabilizar os estudos dos filhos em casa; e os educadores, privados do espaço da sala de aula, tiveram de aprender novas práticas, buscar novas formas de alcançar os estudantes, de acompanhá-los.

Estamos chegando ao fim de 2020 sem saber ao certo o que conseguimos assegurar nesse processo nem para onde vamos, mas, dentre os aprendizados e reflexões que esse período nos proporcionou, uma coisa é clara: a reprovação dos estudantes não é um desfecho aceitável para este ano.  

Sim, o percurso foi para lá de acidentado. Sim, as condições foram ainda mais desiguais. Sim, teremos que olhar para as aprendizagens previstas, e considerar outras totalmente imprevistas, mas o ônus das dificuldades que enfrentamos na gestão dessa pandemia não pode recair sobre os estudantes. Precisamos conhecer o que foi aprendido, retomar e fortalecer as aprendizagens para que todos e todas possam ter condições de continuar aprendendo e seguindo sua trajetória escolar. Uma reprovação   aumentaria o risco da evasão que já tememos que seja grande. É hora de todos nós mostrarmos aos nossos e nossas estudantes que estamos dispostos a fazer uma escola melhor para eles. Que também aprendemos com essa experiência. É hora de construir com eles uma verdadeira reviravolta da escola.

Conscientes mais do que nunca da desigualdade de condições neste país, nós, educadores, não podemos simplesmente almejar um “novo normal”. Seria um desperdício propor um retorno que apenas considere as medidas sanitárias (não que isso seja tarefa simples), mas que se pretenda a retomar o percurso pré-pandemia, ajustando o planejamento para contemplar os conteúdos não ministrados ou ainda considerar já “trabalhados” os conteúdos ministrados nas aulas on line.

Essa reviravolta à escola que temos defendido é a proposta de novo início, mas também de retomada dos princípios da educação integral, que aparecem no Manifesto da Escola Nova (1932), na LDB (1996), nos PCN (1997), nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (2016), e na Base Nacional Comum Curricular (2017), e que ganharam nova concretude.

Alguns desses princípios inclusive já foram postos em prática em função das necessidades trazidas pela pandemia e não podem ser perdidos de vista: 

  1. Interdependência família-escola: As secretarias de educação e as equipes das escolas (diretores, coordenadores, professores) tiveram de interagir fortemente com as famílias, suas maiores aliadas nesse período. As famílias puderam perceber o papel único da escola no desenvolvimento dos seus filhos.
  2. Incorporação e valorização das aprendizagens construídas no universo familiar e comunitário.
  3. Constituição/Fortalecimento da redes de proteção social – aumentou a articulação da Educação com os conselhos, assistentes sociais, agentes de saúde,…. A pauta comum é garantir a integralidade das crianças, adolescentes e jovens. E deve continuar sendo!
  4.  Ampliação das competências digitais de educadores e estudantes: a guinada digital forçada e desigual que a pandemia nos impôs exige que olhemos para a questão do acesso de outra forma. A discussão sobre acesso, permanência e sucesso agora passa por acesso à internet e equipamentos.

Para além desses aprendizados que considero básicos, a preocupação com o abandono atual e  a previsão de evasão –  especialmente se aprovado o estudar em casa -, e com o acirramento das desigualdades nos provoca a olhar para outros funcionamentos da escola, dentre os quais destaco a organização da escola em agrupamentos fixos e estáticos que desconsidera a diversidade das aprendizagens.

Utilizo como base para minha reflexão o conceito de cronologia e monocronia da aprendizagem cunhado por Flávia Terigi.

Cronologia diz respeito à estruturação do sistema escolar: anos, agrupamentos por idade, unidades de tempo regular, bimestres, trimestres.

 A monocronia da aprendizagem diz respeito a tratar todas as crianças e estudantes como se fossem iguais e almejando que tenham as mesmas aprendizagens. Esse enfoque por si só desconsidera a diversidade característica das aprendizagens. Se queremos que todos tenham aprendizagens equivalentes precisamos considerar as diversidades.  A crença na monocronia é a principal responsável pelo não aprendizado, pelo abandono da escola e pela indisciplina.

Ao buscarmos estabelecer uma referência para a busca de aprendizagens equivalentes estabelecemos os currículos, mas sabemos que o que é projetado não é aprendido com a mesma qualidade por todos. Esse fator ficou ainda mais evidente no momento porque as condições de sua realização estão muito (a)variadas.

Estamos vivenciando a diversidade, a não linearidade da aprendizagem porque cada um está fazendo o que pode com os recursos disponíveis, em função de seus repertórios, das condições materiais, afetivas….  diante das condições atuais de fechamento parcial ou total das escolas sabemos que vamos precisar nos organizar, do ponto de vista curricular em períodos mais flexíveis do que o ano, estabelecer expectativas de aprendizagem por etapas/ciclos; organizar o tempo para adequar as diferentes necessidades e possibilidades de aprendizagem de cada estudante.

Podemos repensar a cronologia da escola propondo situações para serem realizadas em conjunto por  grupos heterogêneos de estudantes de diferentes anos escolares e idades, para que eles possam se ajudar e aprender mutuamente. Vamos deixar de lado a expectativa de monocronia e tratar as  diversidades e adversidades de modo criativo contando com a participação dos estudantes para elaborar novas formas de ação.

É hora de pensarmos em reorganizar e flexibilizar os currículos. 

Ao gerar condições adequadas de higienização e organização para abrir as escolas poderemos acolher as crianças e os estudantes com segurança. A participação de todos: estudantes, familiares, comunidade… na análise de cada contexto para a definição conjunta de prioridades, procedimentos, certamente trará melhor bem estar para todos.

Estamos num momento de pensar grande, de nos arriscarmos a sonhar, planejar e realizar práticas significativas evidenciando nossa responsabilidade pela educação.  

Qual é o papel social e a responsabilidade do e da educador (a)?

Comentários:

  1. O educador tem uma influencia muito grande na vida do aluno, devendo acolher e manter um vínculo com a família para que a aprendizagem possa ocorrer de forma significativa.

    1. É de suma importância que a escola e a família,caminhem juntos e possam formar pessoas comprometidas não se importando com o percurso que teremos de percorrer para o bem comum de todos, e estejam preparados para viver em sociedade.
      Podemos observar e comprovar que estamos hoje passando por grandes transformações, e se não houver parceria e o envolvimento de todas as partes, a educação que queremos não terá nenhum valor e nenhuma qualidade. Precisamos reconhecer e fortalecer o que foi aprendido para continuarmos aprendendo. Temos que formar uma forte parceria com os pais, que são os principais responsáveis pela educação dos filhos, tanto na escola quanto no ambiente familiar, é dever deles,mostrar o caminho que se deve traçar para que a criança tenha uma vida melhor. Para que isso possa acontecer é de fundamental importância a participação da família em todas as etapas da vida da criança. É tempo de mostrar aos nossos estudantes que estamos dispostos a melhorar e criar um ambiente escolar melhor para elas fazendo com que elas se sintam mais seguras e confortáveis tendo como resposta um bom desempenho, no âmbito escolar,e em todas as áreas da sua vida.

    2. Qual é o papel social e a responsabilidade do e da educador (a)?
      Um ponto importante no processo de construção das atitudes esta o papel do professor. Ele tem a função de criar um processo de aprendizagem dinâmico entendendo a necessidade e diversidade do aluno, mostrando os caminhos corretos para o desenvolvimento das atitudes.
      O professor tem que ter a habilidade de estimular os alunos através de trabalhos dinâmicos de expressão pessoal, em meio a diversidade e perspectivas diferentes, acompanhando e valorizando os pontos dos trabalhos, de modo a enriquecer as atitudes dos aluno.
      As atitudes de valores de ensino é um processo dinâmico e construtivo, e cada vez mais necessita da presença da escola, professor, aluno e demais ambientes sociais, visto que o processo de aprendizagem se torna eficiente e eficaz, quando todos os envolvidos tenham discernimento de trabalhar o conhecimento tomando atitudes corretas de acordo com os valores éticos, morais e sociais.
      O professor deve acolher as diferenças e as considerar no processo de ensino-aprendizagem, reconhecendo que cada estudante aprende de uma forma diferente, tem um contexto próprio e precisa ser reconhecido como indivíduo.
      Ele deve ser um mediador, facilitador e articulador do conhecimento e não apenas aquele que detém a informação. Ele deve atuar como um pesquisador, que provoca o aluno a ser também curioso e descobrir a partir de seus próprios questionamentos. Deve convidar o estudante a ver a realidade como seu objeto de estudo. Ele é um mediador que deve negociar os conhecimentos que todos têm e apoiar os estudantes a juntos sintetizarem o conhecimento compartilhado.

    3. O professor deve trazer a comunidade para a sala de aula, buscando aproximar os conhecimentos comunitários dos conhecimentos acadêmicos. Ele deve ser um mediador, facilitador e articulador do conhecimento e não apenas aquele que detém a informação Atuando como um pesquisador, que provoca o aluno a ser também curioso e descobrir a partir de seus próprios questionamentos. Ou seja, o professor é um mediador que deve negociar os conhecimentos que todos têm e apoiar os estudantes a juntos sintetizarem o conhecimento compartilhado.

  2. É de fundamental importância que se crie laços entre escola e família, para que juntos possam formar pessoas mais comprometidas com o bem comum e estejam preparados para viver em sociedade.
    É de fundamental importância que se crie laços entre escola e família, para que juntos possam formar pessoas mais comprometidas com o bem comum e estejam preparados para viver em sociedade.
    Podemos observar que hoje a educação passa por grandes transformações, e se não houver comprometimento, parceria e envolvimento das partes interessadas a educação que tanto almejamos não será de qualidade. Os pais são os principais responsáveis pela educação dos filhos, tanto escolar quanto familiar, é dever deles, conduzir a criança para uma vida que aspire melhorias, para que isso de fato possa acontecer é necessária a participação da família em todas as etapas da vida da criança, quando a criança percebe a presença e o interesse dos pais por aquilo que elas fazem se sente mais seguras e responsáveis apresentando como resposta de um bom desempenho, não só no âmbito escolar, mas em todas as áreas externas.

  3. O Educador e alguém primordial no processo – aprendizagem.Mas e fundamental também,essa interação EscolaxFamiliaxComunidade.Ambos precisam caminhar juntos para o bom desempenho de tudo,e exista entre ambos uma troca.

    1. Nos Educadores precisos também,rever nossas práticas em sala de aula,houve uma reviravolta,mudanças.Por isso,precisamos:1)Criar um Processo de Aprendizagem Dinâmico,observando.bem,a atual.realidade do Educando.2)O Professor precisa ser um.estimulador,além.de várias Dinâmicas,procurar fazer um trabalho.prazeroso e diferenciado.3)Professor ser um Acolhedor,levando.em conta as diferenças existententes entre os Educandos,e isso.sao.fatos essências a Aprendizagem.4)Como Profissional da Educação,precisamos ir muito além da sensibilidade.E preciso valorizar a Cultura,manter laços,com bons vínculos.5)E notório,que neste novo ensino,que e desafiador.Temos que considerar que o Foco e o.”Aprender.”.Precisamos adequar essa vivência de agora.Nossa metodologia tem que ser flexível,diferenciando o.avaliar,para que possamos atender nosso alunado de forma dinâmica e prazerosa

  4. O educador , bem como a família, são de suma importância para o desenvolvimento cognitivo dos estudantes.
    Portanto, a escola deve mobilizar e dialogar junto a família, para que o ensino aprendizagem fortaleça o desenvolvimento de cada estudante.

  5. O educador necessita estar disposto a rever suas habilidades e práticas pedagógicas, para que possa ajudar seus alunos no desenvolvimento do ensino aprendizagem.
    Todavia, precisamos acolher a família no ambiente escolar, para que ambos, possam viabilizar estratégias para auxiliar os educandos no seu desenvolvimento.

  6. O educador ,juntamente com a família, são de suma importância para o desenvolvimento cognitivo dos estudantes.
    Portanto, cabe a escola criar laços afetivos que venham ajudar os educandos na sua formação intelectual, para que os mesmos possam se despertar e ter interesse no desenvolvimento do seu saber.

  7. Criar processos de aprendizagem dinâmico entendendo a necessidade e diversidade do aluno, mostrando os caminhos corretos para o desenvolvimento das atitudes. Vivemos em um tempo de muitas incertezas, porém é também tempo de rever conceitos, de preocupar-nos uns com os outros, de criar e buscar soluções tanto no individual quanto no coletivo. Nós educando precisamos participar mais da vida dos nossos alunos, e cada pequena ação pode ganhar um grande alcance.

  8. Tereza ressalta que a pandemia também reforçou a necessidade do trabalho intersetorial nas redes públicas de educação. A professora lembra que a operação de conselhos de educação, assistência social e saúde auxilia na relação com as famílias.

    — Estamos aprendendo a olhar para essa diferenciação. Não mais reclamar da família desestruturada, mas pensar em como apoiar essas famílias, pensando nessas crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade — avalia.

    De acordo com Tereza, o auxílio às famílias com maiores dificuldades nesse momento mostra o abismo da desigualdade social no país. Ela aponta a necessidade de políticas públicas conectadas com as realidades de cada lugar. A professora relata que muitos professores acabaram visitando os alunos para trazer materiais didáticos e se depararam com a vida na casa daquelas crianças e adolescentes.

    1. Em março de 2020 nos vemos diante de uma situação nunca antes vivida neste século e que afetou e tem afetado milhares de pessoas em diversos âmbitos de suas vidas, ao redor do globo. Mesmo antes da Pandemia da COVID-19 o mundo já enfrentava o desafio de garantir a educação como um direito universal. A Pandemia infelizmente se apresentou como um fator que ampliou as disparidades econômicas e sociais que impactam a educação, especialmente em países em desenvolvimento. Por isso, temos como objetivo abordar a questão do bem-estar e da educação nesta situação de pandemia e, quando tudo isso passar, de pós-pandemia.

  9. Tereza ressalta que a pandemia também reforçou a necessidade do trabalho intersetorial nas redes públicas de educação. A professora lembra que a operação de conselhos de educação, assistência social e saúde auxilia na relação com as famílias.

    — Estamos aprendendo a olhar para essa diferenciação. Não mais reclamar da família desestruturada, mas pensar em como apoiar essas famílias, pensando nessas crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade — avalia.

    De acordo com Tereza, o auxílio às famílias com maiores dificuldades nesse momento mostra o abismo da desigualdade social no país. Ela aponta a necessidade de políticas públicas conectadas com as realidades de cada lugar. A professora relata que muitos professores acabaram visitando os alunos para trazer materiais didáticos e se
    depararam com a vida na casa daquelas crianças e adolescentes.

    Outro ponto importante é a participação, que envolve o diálogo, a responsabilidade e a colaboração de cada um. Não se trata de marcar presença. É uma participação ativa e não só para “constar”. Outra questão é a descentralização. Para o gestor promover uma gestão autônoma da escola, ele precisa descentralizar. Ele não é o único que toma decisões nesse modelo. Elas são tomadas dentro de um colegiado e o seu papel é orquestrar essa gestão, que deve ser feita por todos.

  10. Pensando em reprovação, será que somos nós adultos e profissionais que pecamos em dar condições necessárias e suficientes para que nossos alunostenham condições de aprender?Em meio a pandemia não podemos omitir que destabiluzou, nossas rotinas, o nosso dia a dia, nossas perspequetivas de vida. As famílias dos estudantes tiveram um desafio muito grande de como iriam viabilizarem os estudos de seus filhos, onde a pandemia os privou do espasso da sala de aula, aprederam e buscaram novas praticar . O que nos resta é reconhecer o que foi aprendido , retomar e fortalecer as aprendisagens , assim possamos continuar aprendendo e seguindo a nossa trajetória escolar. É a hora da reviravolta nas escolas concientes que a desigualdade de condições é grande em nosso país. Essa reviravolta enquanto educadora considero como im recomeço, uma nova retomada dos principios da Educação ontegral.
    1° Aprender aperfeiçoar, para quetengamos uma reviravolta no retorno híbrido em nossas escolas. Para que possamos e termos esse aoerfeicoamento no retorno híbrido, precisamos construir um contexto , modelos com organização e dinâmicas pedagógicas que construam im trabalho o qual venha a ter um retorno bom.
    2° Temos que ter uma metodologia de ensino para o acesso com flexibilização , enriquecimento e formas diferenciadas de avaliação para assim podermos atender as necassidades educaciobais de cada estudante.
    3° Uma das práticas que o professorrequer no ensino híbrido é que enquanto profissionais temos que atender o outro dentro das suas diferenças , modelios sustentáveis, precisamos de congecimentos , aprendizado e muita reflexão na construção do conhecimento. Temos que renovar um mundo, no fazer do dia a dia, como o nosso fazer é a nossa realidade atual.
    4° Como educadora precisamos ter censsibilidade para com os alunos nesse retorno híbrido , assim pissamos contruir um percursso de valorização da cultura e manter laços , estabelecer e vivenciar com toda qualidade com foco e autoconfiança e autocuidadono ensino híbrido.
    5° Quanto ao nosso ensino híbrido as escolas, é sabido que aprender é um processo contínuo e pessoal de dar sentido e siguinificado ao mundo à nossa volta, e nossos sentidos nos fornessem as informações necessária . Vamos vivenciar um mesmo espaço de uma nova maneira, nos levando à diverssas reações e diferentes maneiras de sentir, o importante é ressignificar , adquirindo novas experiências em busca de coisas melhores.

  11. O educador tem que ter um vínculo com com a família do aluno,se a escola e a família não andar juntos ,como será a vida escolar do educando. Tem que haver interação família e escola para o bem estar do educando.

  12. O professor tem a função de assinalar um método de aprendizagem eficaz alcançando a necessidade e dessemelhança do educando, direcionando-os adequadamente para o desenvolvimento das atitudes. Vale ressaltar que há várias situações pertinentes como valores, costumes, éticas, que cultivam alíneas básicas para o seu desenvolvimento no papel da educação. Portanto, é necessário que o professor exerça a pedagogia da presença e crie lações com os educandos e seus familiares que facilitarão a comunicação, a confiança e a relação professor x aluno x familia.

  13. O Educador é o personagem que se encarrega por estruturar, na relação com o outro, os procedimentos de ensino e aprendizagem. Isso constitui que o educador é uma pessoa capacitada para avançar no processo de desenvolvimento do educando, sempre cônscio do que ele, realmente, precisa aprender. É o sujeito que deve sempre estar disposto e atento ás práticas desenvolvidas na sala de aula, as formas das quais as mesmas estão sendo desempenhadas na oportunidade de oferta de aprendizagem dos nossos alunos.
    Os desafios são inúmeros, ás vezes inusitado como esse que estamos vivendo em relação à pandemia, mas é preciso estar disposto a encarar o novo de forma segura, sem trazer nenhum risco catastrófico na aprendizagem dos educandos. Para isso é necessário que o professor conheça o seu aluno, o que ele domina, para poder dar continuidade sem prejuízo e poder garantir o fortalecimento das aprendizagens permitindo que todos tenham condições de continuar aprendendo e seguindo sua via escolar na nova viabilização de ensino, hibrido e remoto.
    Penso que enfrentaremos muitos outros desafios com o retorno, pois nossa prática precisa ser repensada, não dá para voltar como éramos antes da vigência da pandemia, levar em conta os conteúdos que não foram contemplados, valorizar as aprendizagens construídas no âmbito familiar, buscar manter a interdependência entre instituição e família mantendo essa interação imprescindível entre outros elementos desfrutados nesse período.
    E, se é hora de pensarmos em reorganizar e flexibilizar os currículos, vamos traçar propostas de acolhimento dos nossos alunos, incluindo todos os envolvidos no processo de ensino aprendizagem a fim de buscar compreender, reconhecer e refletir a construção do conhecimento para que haja conquista e autonomia para aprender e instruir-se em diferentes contextos, até mesmo fora da escola. Organizar a necessidade de ampliar no educando a consciência de que eles podem ser empreendedores na edificação de uma sociedade mais democrática, justa, solidária e sustentável.

  14. A autora deixa claro a total responsabilidade do professor o NÃO sucesso da alfabetização do educando. Não concordo com ela nesse sentido, não somos perfeitos, mas cada um tem se empenhado para um melhor resultado! É claro que em tudo tem sua exceção. A escola sempre diz que temos que trabalhar juntos, que somos uma família, mas quando não conseguimos alfabetizar uma criança no tempo que se julga certo o professor carrega essa culpa sozinho! Os julgamentos vem de todos os lados. O ensino híbrido vem nos abrir os olhos para um futuro incerto, mas também pra mostrar o valor imensurável do professor na vida do educando. Tivemos e temos que nos desdobrar para levar ao educando mais que um ensino de qualidade, mas uma rotina de cuidados para que a saúde de todos sejam prioridade dentro e fora do ambiente escolar.

  15. O educador é um profissional que investe no processo de desenvolvimento do educando, sempre cientedo que ele ,efetivamente necessita aprender.
    O educador é o sujeito responsável por coordenar, na relação com o outro os processos de ensino e aprendizagem.Nesse entendimento, o papel do educador não é o de transmitir conhecimentos,mas o de criar e oferecer condições que potencializem o desenvolvimento dos educandos.

  16. Como sabemos,a Pandemia nos desestabilizou, pois tivemos que reaprender a ensinar.Foi e é um momento de grandes aprendizagens para os educandores e educandos.Escolas e famílias tiveram realmente que caminhar juntos.É o momento de repensar nossas Práticas Pedagógicas para que tenhamos êxito.Tivemos tropeços e ainda temos dificuldades de acompanharmos a mudança, mais devagar tudo se encaixa,pois temos muita força de vontade de Aprender o Novo. Essa reviravolta no Ensino é o início de uma NOVA ESCOLA. Temos que abraçar essa causa.

  17. Se nós precisávamos lembrar que vivemos em um mundo interconectado, o novo CORONAVÍRUS tornou isso mais claro do que nunca. Nenhum país pode resolver esse problema sozinho, e nenhuma parcela de nossa sociedade pode ser desconsiderada se quisermos efetivamente enfrentar este desafio global.
    Estamos aprendendo a olhar para essa diferenciação. Não mais reclamar da família desestruturada, mas pensar em como apoiar essas famílias, pensando nessas crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.
    Em meio à nossa vivência do dia a dia, estamos a todo instante nos posicionando a respeito de um determinado assunto. Essa liberdade que nos é concedida faz com que nos tornemos seres ímpares, dotados de pensamentos e opiniões acerca da realidade ao nosso redor.
    De acordo com Tereza, o auxílio às famílias com maiores dificuldades nesse momento mostra o abismo da desigualdade social no país. Ela aponta a necessidade de políticas públicas conectadas com as realidades de cada lugar. A professora relata que muitos professores acabaram visitando os alunos para trazer materiais didáticos e se depararam com a vida na casa daquelas crianças e adolescentes.
    Eles viram as condições que os estudantes estão vivendo. Esse desejo responsável e solidário tem dado uma nova marca para a educação. Tem trazido uma outra perspectiva, humanizado a relação da educação. Ficou nítido que precisamos corromper alguns padrões rejeitados que temos hoje.

  18. Nos educadores temos uma grande influência na vida dos alunos, precisamos acolher, conversar e orientar as pessoas no processo de socialização diante dessa situacao. Nos precisamos desenvolver diversas ações visando o desenvolvimento social, com atividades recreativas, esportivas,culturais e educativas, visando emancipar esses indivíduos e os tornar ativos na sociedade.

  19. Se a educação antes dessa pandemia que assolou o planeta, já era um fator fundamental na vida de indivíduo, e de extrema importância para a sua sobrevivência neste mundo, então hoje se torna um elemento primordial para a humanidade. Por isso, nunca em outra época da história da humanidade foi tão urgente quanto agora a preocupação com o educar de uma pessoa, pois, é um processo que transforma a vida de um ser humano, por isso, é fundamental importância que a escola faça um gestão democrática.
    A escola é o principal instrumento para a formação de ideias, agente de produção e reprodução cultural dentro de uma sociedade, tendo um papel necessário no processo educacional de um país, desempenhando funções vitais na criação de cidadãos conscientes. Então, cabem as escolas e aos professores tomarem iniciativas de buscarem parcerias com as famílias para que juntas encontrem caminhos e formas eficazes para o ensino escolar voltado para a realidade do aluno.
    Nesse momento de retorno as aulas o envolvimento e a participação da família no ambiente escolar é um componente importante para o sucesso do processo de ensino e aprendizagem e para a garantia da qualidade de vida da criança, assegurando a sua saúde, lazer e segurança em casa e na escola

  20. Os fatos e acontecimentos da atual realidade fez com que pesássemos em uma nova forma de enfrentarmos o que está acontecendo no cotidiano escolar, através dos fatos ocorridos foi se necessário novas posturas diante do que estamos vivenciando, fazendo com que muitas posturas de atitudes pedagógicas fossem modificadas completamente. Foi percebido a necessidade de uma forma metodológica para atender a realidade que que não era esperada, varia praticas tiveram de ser adotada como por exemplo o estudo remoto, bem como uma aproximação da família com o estudante no que diz respeito ao aprendizado ou também em relação ao cognitivo. A forma de avalição tomou uma nova ênfase , pois percebemos novos desafios a serem enfrentados ,já que a presença do professor se tornou virtual e não mais presencial.

  21. A realidade em que fomos submetidos nos fez repensar, nos adequar e envolvermos em uma prática na qual não estávamos acostumados e em muitos casos não preparados, bem como a família que foi pega de surpresa e muitas vezes despreparadas para tal realidade.

  22. A pandemia chegou e o que fazer? Tivemos que mudar nossas rotinas, nossas relações, nossas perspectivas de vida.As famílias se viram diante de um grande desafio , acompanhar seus filhos nos estudos e os educadores tiveram de aprender novas práticas,buscar novas formas de alcançar os estudantes. Precisamos conhecer o que foi aprendido, retomar e fortalecer as aprendizagens para que todos possam ter condições de continuar aprendendo e seguindo sua trajetória escolar. Cabem as escolas e aos professores com parcerias com as famílias para juntas encontrem caminhos e formas para o ensino escolar voltado para a realidade do aluno. Nesse momento de aulas remotas é fundamental a participação da família, para um melhor entendimento de ensino aprendizagem.Estamos num momento de pensar grande, de nos arriscarmos a sonhar, planejar e realizar práticas significativas evidenciando nossa responsabilidade pela uma educação de qualidade.

  23. O professor tem grande responsabilidade na educação. A responsabilidade de proporcionar um ensino de qualidade, usando técnicas diferentes para atender os discentes. O ensino precisa der de acordo às necessidades do aluno, trazendo aprendizado de forma criativa e significativa. Diante essa pandemia deve-se recriar ainda mais os métodos de ensino, principalmente remotamente, pois, muitos tiveram que aprender a dominar a tecnologia e despertar o interesse do aluno através da internet, fazendo-se necessária também a participação da família nessas aulas. Se forem retornar as aulas presenciais, precisamos repensar nas práticas pedagógicas e na flexibilização do currículo escolar para atender tanto às necessidades educacionais dos alunos quanto às necessidades sanitárias e de higienização que este momento requer.

  24. O comprometimento das famílias nunca foi tão urgente como neste momento pandemico que estamos vivendo. Muitos pais tiveram que se Reinventar e tiveram também que descobrir a importância da escola na vida de seus filhos.
    A reviravolta agora precisa acontecer em todos os setores de acolhimento das famílias e dos alunos. Omomento é outro e outros horizontes se abrem e as instituições de ensino junto com o corpo docente vem buscar afirmar que estamos no caminho ainda de muitas incertezas e descobertas no direcionamento deste novo normal escolar,momento de incertezas ,descobertas e decisões, mas estamos no caminho.

  25. A pandemia veio colocar em evidência dificuldades que já existiam, mas agora com muito mais ênfase, pois, com dificuldades de acompanhar seus filhos, famílias com dificuldades de conexão tecnológica, alunos muito mais desmotivados, professores tendo que se reinventar, enfim todos nós fomos pegos desprevenidos dispostos a enfrentar esta nova realidade que nos foi imposta.
    Agora, diante de todos estes desafios famílias, alunos, professores e instituições tivemos que abraçar a causa maior, levar adiante a educação em nossa comunidade com um objetivo nobre, promover a continuidade do processo ensino aprendizagem usando as ferramentas que temos ao nosso dispor, com cuidados porque o momento ainda requer.

  26. O papel social do educador é o de aprendizagem, gerar o aprendizagem. O educador deve atender às insuficiências do aluno, deve usar meios diferentes de alcançar o conhecimento. Diante da pandemia que estamos enfrentando, mesmo que remotamente, o professor deve inovar, nas aulas, nos conteúdos e nos métodos de aplicação, para que possa de forma ampla, alcançar os alunos e despertar o interesse e o prazer pela educação.

  27. Temos consciência que neste momento de pandemia, mais do que nunca, que o educador tem uma responsabilidade impar, de estabelecer e fortalecer relações dialógicas com as famílias e alunos, onde todos possam sair fortalecidos no ensino aprendizagem. Nenhum aluno pode sair prejudicado com essa situação que o mundo está passando, temos que aproveitar seus conhecimentos prévios e dar continuidade a vida escolar. Juntos, professor e aluno aprendem juntos, um encontro democrático e afetivo, em que todos podem e devem se expressar.

  28. O papel do educador se reafirma a cada dia, os tempos de pandemia vieram e com ele, a continuidade do processo de ensino-aprendizagem, porém transformados, adaptados pelo distanciamento social, impossibilitando o contato físico com os alunos em uma sala de aula presencial, precisou de tato para não se perder ou se angariar o vínculo afetivo e ético entre alunos e professores. Muito se aprende em todos os momentos da vida, e com este momento em especial, em muito acrescentarão ao trabalho presencial. Tendo em mente que o educador/escola e sociedade é um intercâmbio indispensável.
    Maruza Helena Partelli.

  29. O professor do século XXI não encontra mais alunos passivos, lineares aos quais cabia o silêncio, a imobilidade, registro, memória e reprodução de conteúdos. Os alunos atuais são multimídicos e audiovisuais, questionadores, conscientes de seus direitos como cidadãos atuantes no mundo globalizado e conectado. Ao professor inserido nesse contexto multifacetado cabe pensar sobre sua prática, buscar meios para que sua formação, sua visão sobre o conhecimento seja propícia ao desenvolvimento da aprendizagem dos alunos de forma crítica, condizente com a contemporaneidade, com o vertiginoso avanço que acontece em todos os campos científicos que não permite que o conhecimento seja algo pronto e acabado e que ele é o detentor de todo conhecimento suficiente para sua prática. Os avanços do conhecimento científico por si mesmos não produzem mudanças no ensino. Cabe à sociedade consciente e à escola, em particular, a responsabilidade de transformar esse contexto.
    Como esse modelo ainda é novo, é possível dizer que não há certo e errado em suas práticas e, para implementar qualquer nova técnica, é importante muita experimentação, testes e reavaliações constantes. Nesse passo, os docentes são convidados a pensarem em planos de aula e atividades dentro dos modelos do ensino híbrido e realizarem discussões, testes e trocas de experiências entre eles. Para a experimentação é extremamente importante ter bastante feedback, especialmente de alunos. Com os feedbacks é possível entender o que deu certo, o que ainda precisa ser melhorado e o que pode ser mantido daqui para frente.

  30. Ao novo educador compete refazer a educação, reinventá-la, criar as condições objetivas para que uma educação realmente democrática seja possível, criar uma alternativa pedagógica que favoreça o aparecimento de um novo tipo de pessoas, solidárias, preocupadas em superar os novos desafios de ensino, todavia, é facilitar o processo de ensino, mostrando como é que se adquire conhecimento e, assim, permitindo que os alunos ganhem confiança para aprender
    Parece claro que os professores devem enfrentar ao longo de sua vida profissional uma multidão de mudanças e situações, tais como reformas educacionais ou transformações sociais que levam às salas de aulas alunos muitos diferentes dos de épocas anteriores, que requerem do professorado habilidades novas e diversas. Diante dessa realidade social, é interessante saber como os professores vivem as diferentes reformas levadas a cabo ao longo dos anos e analisar o balanço que fazem ao comparar a situação educacional atual com a passada.

  31. O momento em que estamos vivendo é muito desafiador .Famílias estressadas com tantas atividades que recebem em casa para serem realizadas com filhos, sem conhecimento dos conteúdos,sem conhecimento das metodologias de ensino. Professores sobre carregados.E o sistema cobra ,pressiona.Se para os professores que são preparados para ensinar é um desafio ,imagina quem não tem preparo algum .Precisamos pensar também no lado das famílias,muitas trabalham não tem tempo ,não tem recursos tecnológicos,e o sistema impõe conteúdos como se o aluno estivesse em sala de aula normal. Não é bem assim .Acredito que esses conteúdos deveriam ser passado em menos quantidades .Vejo tantos pais reclamando da quantidade de atividades,eles são um aliados e não professores. O prejuízo no aprendizado dos nossos alunos é comprometedor, é só o tempo vai reverter .Não é com quantidade de atividades e sim com qualidade .Será o professor que terá que trabalhar para sanar este prejuízo. Precisamos acreditar que dias melhores virão. E que também virá muito serviço para os professores. É o que acredito .

  32. Realmente se levarmos em conta, fomos submetidos a um esquema que não estávamos preparados para enfrentar, o educador tem um potencial incrível, de conduzir os alunos a um patamar muito mais elevado, do que ele se encontra, porque o educando precisa olhar para o aluno, e vê-lo como um todo, esse aluno (a) tem família, tem lazer, tem deveres, têm direitos. É um ser humano que tem erros e acertos. Assim como o próprio professor, tem suas demandas, é preciso que haja uma via dupla, tanto o educando oferece os ensinamentos, quanto o mesmo aprendi também. A via da tecnologia se perde o contato do olhar, da interação, do abraço, da troca. Mas no momento foi o que foi possível de ser feito, mesmo porque, trabalhamos muitas das vezes, com as ferramentas que são possíveis de se trabalhar. Os professores merecem um aplauso por ter sido guerreiros até aqui, e as famílias também, por fazer um papel importante como uma ponte, entre o aluno e professor, para que uma equipe dê certa o seu trabalho, precisa haver renuncia, ressignificar, acolher, e colocar a mão no arado e aprender com as marcas das experiências que as mesmas nos proporcionaram de vivenciá-las. Penso que precisamos sempre avançar mesmo quando caímos nos levantamos mais forte.

  33. Atuar em sintonia com o Projeto Político Pedagógico da escola, compreendendo seu papel e cumprindo suas metas.
    Compreender o estudante de forma integral, buscando identificar suas necessidades de desenvolvimento no nível intelectual, físico, emocional, social, cultural.
    Conhecer a realidade do aluno, da sua família e da comunidade em que a escola e estes estudantes estão inseridos e acolher as diferenças, reconhecendo que cada estudante é único, aprende de uma forma diferente e vive em um contexto próprio.
    Conhecer os interesses, anseios e/ou o projeto de vida dos seus alunos e apoiá-los a alcançar seus objetivos e considerar o estudante durante todo o tempo em que está na escola e não apenas na sua sala de aula.
    Construir roteiros educativos que integrem disciplinas tradicionais com atividades complementares, saberes acadêmicos e populares e conhecer as famílias de seus alunos, dialogar com elas e criar vínculos para fortalecer o seu desenvolvimento integral.

  34. O papel social do educador é orientar , conversar e acolher com cuidado e carinho de forma que todos vão ficar satisfeito e com isso aprenderam com facilidade , passando o seu conhecimento como profissional que nessa pandemia não esta sendo fácil porem juntos e unidos as coisa vão se encaixando pois escola e a sociedade se torna mais forte.

  35. o educador tem uma grande responsabilidade sobre o educando. O papel social e acolher, conversa e orientar os alunos no processo de aprendizagem, criar condições visando o desenvolvimento social ex: atividades recreativas, esportivas culturais e educativas e a família deve apoia .

  36. O educador é um profissional que investe no processo de orientar , dialogar no processo de aprendizagem desenvolvimento do educando, é dever deles, conduzir os alunos dando um ensino de qualidade , para uma vida que aspire melhorias. Os pais são os principais responsáveis pela educação dos filhos, tanto escolar quanto familiar.

  37. Ele tem a função de criar um processo de aprendizagem dinâmico entendendo a necessidade e diversidade do aluno, mostrando os caminhos corretos para o desenvolvimento das atitudes. Na sua função social, o professor desenvolve competências para a vida, levando o aluno a interagir com o meio em que vive. A escola, abraçando a transformação, encara a educação como um ato social de mudança e avanço tecnológico. É fundamental a relação entre conclusão de escolaridade e inclusão no mercado de trabalho. O professor é considerado um dos principais agentes transformadores na sociedade, e tem como papel ensinar mas também aprender e compreender como a sociedade tem se moldado, os costumes e hábitos das novas gerações.

  38. le tem a função de criar um processo de aprendizagem dinâmico entendendo a necessidade e diversidade do aluno, mostrando os caminhos corretos para o desenvolvimento das atitudes.

  39. responsabilidade do professor fornecer um ambiente de aprendizagem acolhedor e estimulante para todos os seus alunos e levar a sério a posição de influência em que ela está. Um professor pode influenciar o que seus alunos falam, como pensam e o que se tornam. A responsabilidade social exige que um professor não se preocupe apenas com seus alunos; ela deve entender como ela se encaixa em sua comunidade.

    Existem inúmeras habilidades sociais que podem ser estimuladas pelo educar , tais como: entrar em contato, demonstrar, participar e imitar, inspirar outros, criar algo juntos, valorizar uns aos outros, integrar os outros, trabalhar em conflitos, resolver problemas juntos, desenvolver ideias juntos, assumir responsabilidade pela comunidade – o aluno pode muito mais do que só fazer provas e acumular números para a aprovação.

  40. É responsabilidade do professor fornecer um ambiente de aprendizagem acolhedor e estimulante para todos os seus alunos e levar a sério a posição de influência em que ela está. Um professor pode influenciar o que seus alunos falam, como pensam e o que se tornam. A responsabilidade social exige que um professor não se preocupe apenas com seus alunos; ela deve entender como ela se encaixa em sua comunidade.

    Existem inúmeras habilidades sociais que podem ser estimuladas pelo educar , tais como: entrar em contato, demonstrar, participar e imitar, inspirar outros, criar algo juntos, valorizar uns aos outros, integrar os outros, trabalhar em conflitos, resolver problemas juntos, desenvolver ideias juntos, assumir responsabilidade pela comunidade – o aluno pode muito mais do que só fazer provas e acumular números para a aprovação.

  41. É notório que a chegada desse vírus desestruturou a rotina das famílias e com a vida dos estudantes, causando de verdade uma reviravolta quando o assunto é escola.
    Mediante essa realidade entra o papel do educador que esta diretamente ligado a relação aluno e professor.
    Essa pandemia veio para se repensar a duras penas a educação. Ficou mais que visível como a desigualdade é gritante para uma maioria menos favorecidas. Estamos as voltas do ensino híbrido que é uma modalidade nova até então, mas que veio para ficar. Muitos são os desafios que teremos que enfrentar pela frente, mas “é hora de todos nós mostrarmos aos nossos e nossas estudantes que aprendemos com essas experiências, É hora de construir com eles uma verdadeira reviravolta da escola”. E sendo assim cresce ainda mais a responsabilidade de todos.

  42. De repente, as aulas presenciais tiveram que ser suspensas e os alunos foram obrigados a se adaptarem rapidamente à modalidade remota. Essa mudança brusca na rotina também é um assunto que merece atenção. A necessidade de estudar em um ambiente diferente do escolar e a falta de contato pessoal com os colegas podem ter um impacto direto no desempenho.
    Além de momentos de escuta individuais, para acolher os alunos e ainda proporcionar união na volta às aulas presenciais, é importante propor rodas de conversas entre eles.Com relação ao conteúdo pedagógico, é preciso tolerância. Na volta às aulas presenciais, os educadores vão precisar rever as expectativas com relação aos conteúdos planejados e objetivos almejados.

    O desempenho dos alunos também pode sofrer uma queda com o retorno. Durante o período de aulas à distância, o aprendizado pode ter sido prejudicado. Antes de retomar o conteúdo, o ideal é fazer uma avaliação diagnóstica para atestar a situação das turmas e, se necessário, abordar certos temas novamente.Crie metas atingíveis, módulos de ensino, para que o caminho de aprendizagem não fique tão longo. Apresentar conteúdo aos poucos evita que os alunos se assustem com currículos longos. Vencendo etapas mais curtas, eles acabam se sentindo mais competentes. Aluno perde engajamento quando a dificuldade é grande demais.

  43. Sabemos que é de fundamental importância que haja laços fortes entre escola e família. Essa interação fortalece o crescimento do aluno, visto que o real interesse de todos que participam dessa construção do processo ensono aprendizagem é formar alunos comprometidos.

    Podemos observar que hoje a educação passa por grandes transformações, e se não houver comprometimento, parceria e envolvimento das partes interessadas a educação que tanto almejamos não será alcançada.

  44. A função do educador vai muito além do que ensinar pois ele também cumpre o papel social importantíssimo na vida do educando quando trata de situações relacionadas como atitudes, valores, éticas, que formam itens fundamentais para o seu desenvolvimento no âmbito da educação.
    Foi-se o tempo em que o professor tinha apenas o dever de ensinar, atualmente ele precisa ser médico, psicólogo, mãe, pai e etc.
    Para a aprendizagem acontecer de forma eficaz o educador deve estar atento em todos os aspectos que envolvem os seus alunos. As vezes alguns não conseguem aprender e assimilar conteúdo devido algum problema pessoal e etc.
    Portanto o papel do educador na vida do educando é de extrema importância, pois a relação vai muito além de ensino/aprendizagem.

  45. O educador tem um papel social muito importante tanto para com o aluno, sendo assim é de grande relevância o professor agir de forma sucinta e diariamente, o educador e o mediador da aprendizagem do aluno, hoje a família faz de perto esse papel que o professor não consegue nesse momento, professor e família desempenham papel importantíssimo na vida do aluno tendo como meio de comunicação a internet, mas jamais deixar levar pela frieza da distância.

  46. Uma das metas do educador é se responsabilizar pela coordenação no relacionamento com os demais profissionais nós processo de ensino aprendizagem. Nesse sentido, cabe ao educador não tão somente ser o intermediário de transmissão de conhecimentos, mas sim de ampliar horizontes no sentido de oferecer meios para o bom desempenho dos educandos.
    Cabe ao professor oferecer. Um ensino qualitativo através de variados meios distintos para o crescimento intelectual dos alunos atendendo as peculiaridades de cada um de forma criativa.
    Com o aparecimento da pandemia foi e é preciso criar e recriar métodos de ensino .Com as atividades remotas muitos educadores necessitaram buscar o uso tecnológico despertando o interesse do educando por meio das redes sociais e com a participação da família para o bom desempenho das atividades propostas.
    Ao retornar às aulas presenciais faz-se necessário repensar nas práticas pedagógicas bem como na flexibilização do currículo escolar para atender o aluno como um todo, tanto nas necessidades educacionais como as sanitárias e de higienização exigidas para a proteção coletiva neste momento especial.

  47. Sabemos que é hora de construir novos caminhos assim como abrir novas possibilidades para os alunos pois estamos na era digital e precisamos estar conectados e atualizados. É preciso fazer uma reviravolta na escola, pensar grande, de arriscar, planejar e realizar práticas significativas evidenciando nossa responsabilidade pela educação, incluindo a família nesse contexto levando-os a acompanhar as novas metodologias de ensino e dessa forma fazê-los acompanhar o crescimento dos seus filhos. O comprometimento das famílias neste momento pandêmico é muito importante, mesmo que muitos pais tiveram que se reinventar e descobrir a importância da escola na vida de seus filhos.

  48. É preciso fazer uma reviravolta na escola, sabendo da responsabilidade que a mesma tem diante da atualidade do momento. É válido ressaltar que todo o desenvolvimento do aluno dá-se através da educação com isso incluir a família nesse contexto leva-os a acompanhar as novas metodologias de ensino e forma acompanhar o crescimento educacional dos seus filhos.

  49. O ensino precisa der de acordo às necessidades do aluno, trazendo aprendizado de forma criativa e significativa, com as novas metodologias isso será possível uma vez que a tecnologia vem contribuindo gradativamente para esse fito. É preciso fazer com que o aluno se sinta incluso nesse momento de pandemia no contexto escolar para que assim ele desenvolva suas habilidades se responsabilizando por sua própria identidade.

  50. O QUE FAZER PARA MANTER O DESENVOLVIMENTO DOS ALUNOS NO CONTEXTO PANDÊMICO
    O mundo pós-moderno vem enfrentando uma situação jamais vista pela geração atual. A saúde tornou-se tão valiosa quanto à variedade de peças de ouro e diamante.
    Muitas gravidades têm atormentado os seres humanos , principalmente a morte por covid-19, independentemente da idade, pois até crianças estão sendo infectadas e mortas.
    Outra preocupação é quanto ao aprimoramento do conhecimento, visto que a figura do profissional da Educação é bastante essencial.Portanto, é preciso :
    *Ajustar a união Escola-Família em benefício dos estudantes;
    *Propor atividades relacionadas ao cotidiano de vida de cada estudante;
    *Valorizar as Tecnologias de Informação a fim de eliminar as dúvidas pendentes.
    As angústias e as preocupações em relação à Educação de qualidade, transformou-se em algo excepcional para qualquer estudante, tanto da Educação Básica, Técnica e até Superior.

  51. Uma estratégia nacional de Educação inovadora, que garanta qualidade e equidade no acesso ao conhecimento em todo o país, requer implantação nas redes públicas de ensino. Porém, levar as novas tecnologias para as escolas representa muito mais do que equipar as instituições e motivar os alunos para o estudo.
    É preciso, fundamentalmente, entender e dimensionar a infra-estruturar, a conexão e os dispositivos de acesso em harmonia com as práticas pedagógicas a serem adotadas. São as metodologias orientadas para a inovação nas salas de aula que vão, por meio dos recursos tecnológicos, gerarem mais eficácia para os processos de aprendizagem. Reconhecer a relevância da cultura digital e o seu impacto nas esferas sociais. “exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive tecnológicas) conhecimentos das diferentes áreas”. Há uma necessidade de “compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva”. Ambas destacam conhecimentos, atitudes e habilidades diretamente relacionadas com as que as escolas devem desenvolver em todos os estudantes brasileiros.

  52. Qual é o papel social e a responsabilidade do e do educador (a)?

    Mobilizar práticas de cultura digital em diferentes linguagens, gêneros, mídias e ferramentas digitais é importante para expandir e produzir sentidos no processo de compreensão e produção dos alunos. “Ao refletir sobre o mundo e realizar diferentes projetos autorais, o aluno participa ativamente da construção do conhecimento.” O destaque é para a capacidade de construir argumentos, conclusões ou opiniões de maneira qualificada e de debater com respeito às colocações dos outros. Ela inclui a consciência e a valorização da ética, dos direitos humanos e da sustentabilidade social e ambiental como referências essenciais no aprendizado dessa competência para orientar o posicionamento dos estudantes. Trata do aprendizado que crianças e jovens devem adquirir a respeito de si mesmos, sendo capazes de identificar seus pontos fortes e fragilidades, lidar com suas emoções e manter a saúde física e o equilíbrio emocional. Aborda o desenvolvimento social da criança e do jovem, propondo posturas e atitudes que devem ter em relação ao outro. Fala da necessidade de compreender, de ser solidário, de dialogar e de colaborar com todos, respeitando a diversidade social, econômica, política e cultural. Ela estabelece a necessidade de desenvolver na criança e no jovem a consciência de que eles podem ser agentes transformadores na construção de uma sociedade mais democrática, justa, solidária e sustentável. “A cultura digital é ampla e contempla diversidade advinda dos multiletramentos que mescla diferentes mundos e culturas, que podem ser originadas do impresso (mas com adaptações). É importante entender e compreender as mudanças ocorridas que deram origens aos novos gêneros do discurso e práticas de linguagens próprias da cultura digital.

  53. Qual é o papel social e a responsabilidade do e do educador (a)?

    Ela traz a proposta de um aluno ativo, que consegue não apenas compreender e reconhecer a importância do que foi aprendido, mas, principalmente, refletir sobre como ocorre a construção do conhecimento, conquistando autonomia para estudar e aprender em diversos contextos, inclusive fora da escola. Trata do desenvolvimento do raciocínio, que deve ser feito por meio de várias estratégias, privilegiando o questionamento, a análise crítica e a busca por soluções criativas e inovadoras. Estabelece como fundamental que os alunos conheçam, compreendam e reconheçam a importância das mais diversas manifestações artísticas e culturais. E acrescenta que eles devem ser participativos, sendo capazes de se expressar e atuar por meio das artes. Aponta que, para se comunicar bem, crianças e jovens necessitam entender, analisar criticamente e saber se expressar utilizando uma variedade de linguagens e plataformas. Enfatiza a importância de que a comunicação ocorra por meio da escuta e do diálogo. Ela reconhece o papel fundamental da tecnologia e estabelece que o estudante deve dominar o universo digital, sendo capaz, portanto, de fazer um uso qualificado e ético das diversas ferramentas existentes e de compreender o pensamento computacional e os impactos da tecnologia na vida das pessoas e da sociedade. Compreende a capacidade de gerir a própria vida. Os estudantes devem conseguir refletir sobre seus desejos e objetivos, aprendendo a se organizar, estabelecer metas, planejar e perseguir com determinação, esforço, autoconfiança e persistência seus projetos presentes e futuros. Inclui a compreensão do mundo do trabalho e seus impactos na sociedade, bem como das novas tendências e profissões.

  54. O professor desenvolve competências para a vida, levando o aluno a interagir com o meio em que vive. A escola, abraçando a transformação, encara a educação como um ato social de mudança e avanço tecnológico.
    A educação é considerada o único instrumento apropriado para a construção de uma sociedade.

  55. È notório e cristalino afirmar que estamos vivenciando um momento de diversidades na aprendizagem, fazendo tudo o que podemos com os nossos recursos disponíveis. Estamos passando por grandes transformações psíquicas, sociais, emotivas e tecnológicas e que, precisamos muito da colaboração mútua da comunidade escolar. È de suma importância que caminhemos todos juntos para que possamos formar pessoas que se importem com o percurso que teremos de percorrer e estejam preparados para viver em sociedade , formando parcerias, com os principais responsáveis pelo bem estar e educação dos envolvidos, pois, é um dever e uma obrigação destes lhes mostrar o único e verdadeiro caminho para o sucesso.

    1. As famílias dos estudantes tiveram um desafio muito grande de como iriam viabilizarem os estudos de seus filhos, onde a pandemia os privou do espaço da sala de aula, aprenderam e buscaram novas praticar . Organizar a necessidade de ampliar no educando a consciência de que eles podem ser empreendedores na edificação de uma sociedade mais democrática, justa, solidária e sustentável. A escola é o principal instrumento para a formação de ideias, agente de produção e reprodução cultural dentro de uma sociedade, tendo um papel necessário no processo educacional de um país, desempenhando funções vitais na criação de cidadãos conscientes.

  56. O professor tem uma influência primordial no processo de ensino aprendizagem do aluno, direcionando-os adequadamente para uma integração socioeconômico dentro de uma sociedade.

  57. O Educador é primordial no processo aprendizagem, a importância da interação Escola, Família e a Comunidade, é fundamental no desenvolvimento do educando.

  58. O professor é capaz de mudar a realidade de vida de um estudante,eu já tive o prazer de viver essa experiência e até hoje quando meu aluno tem oportunidade,ele me agradece.A tecnologia agora no dia a dia,só facilita ainda mais esse convívio.Pois sabemos que temos que facilitar a visão de mundo para os nossos estudantes e mostrar pra eles que sempre estaremos aqui torcendo pelo sucesso deles sempre.

  59. Este tema é de grande valor para aqueles que fazem parte da formação dos indivíduos desde o princípio e assumem um real significado para o grupo que vivencia a educação atualmente, revelando um cenário preocupante em todo o pais de caráter social. Considerando o contexto no qual se realiza para os diversos meios em que o aprendizado esteja envolvido inclusive para quem é responsável por transmitir a educação ao próximo direta e indiretamente independente de sua formação ou modalidade de ensino. Para garantir que a aprendizagem aconteça e dê certo distante da presença física do professor, a escola e as famílias mais do que nunca precisam estar unidas para vencer todas as dificuldades que estão sendo enfrentadas e ainda serão. Por isso o planejamento deve ir além dos muros da escola, mesmo a comunidade escolar (professor e Familiares) ambos tendo suas particularidades, tiveram suas perdas e suas realidades que dificultaram muitas vezes essa aproximação. Com resiliência e superação dos desafios encontrados essa participação (família x escola) é importante para que o papel do professor além de garantir conhecimento, favoreçam momentos de interação, comunicação, colaboração, confiança garantindo que a aprendizagem aconteça pensando no foco principal que é o aluno.

  60. REVIRAVOLTA DA ESCOLA
    Keila Cristina Galli Costa Regazi
    Reconhecendo a importância da temática em discussão, o presente texto acredita ser fundamental em levar o professor a refletir que estamos vivendo em um mundo de diversidades, onde a individualidade humana deve ser respeitada, distinguida e aceita. Comprovadamente somos diferentes uns dos outros, o que faz com que todos nós tenhamos capacidades e limitações para aprender. É preciso conhecer, relembrar o que foi aprendido e se preciso retomar para fortificar a aprendizagem de todos os alunos. Em outro ponto importante que Tereza aponta no texto a participação e a colaboração da família que mesmo com suas dificuldades foram desafiadas para o auxilio na aprendizagem de seus filhos, os desafios são inúmeros de ambas as partes, mas é preciso estar disposto a enfrentar o novo de forma garantida para não prejudicarmos ainda nossos os educandos.

  61. Ser educador em tempos de mudanças educacionais tão repentinas tornou-se desafiador. Desaprender costumes, tradições, rotinas, dogmas e comportamentos para entrar e conviver em um espaço profissional novo; marcado pela ansiedade, medo, resistência e ao mesmo tempo esperança.
    Dentro de cada realidade, seja ela da escola, seja das famílias, a aplicação das atividades remotas mostra que essa adaptação não tem sido fácil. Várias dificuldades foram encontradas: rotina de estudos, sobrecarga de atividades, saudade da rotina escolar, falta do contato presencial com amigos, conexão com a internet, falta de familiaridade com as ferramentas digitais…
    A pandemia apresentou aos alunos uma maneira diferente de estudar e aos educadores novas práticas pedagógicas, exigindo que os docentes criassem estratégias para despertar o interesse dos alunos e acompanhar o processo ensino-aprendizagem.
    As experiências educacionais vivenciadas no contexto atual brasileiro, deixa claro que precisamos nos adequar as diferentes necessidades e possibilidades de aprendizagem. Assim, cabe ao professor repensar seus métodos de ensino e juntamente com a comunidade escolar estabelecer modelos pedagógicos que contemple a todos, garantindo ao educando a oportunidade de aprender, oferecendo elementos para enriquecer sua aprendizagem e torná-la cada vez mais produtiva e adequada à sua realidade.

  62. O educador tem uma importancia fundamental no processo de ensino aprendizagem do educando.
    No ensino aprendizagem do aluno o educador encontra diversos desafios, muitas vezes inusitados, como este que estamos vivenciando em relação a pandemia, mas temos que encarar e nos adequar a nova maneira de ensinar de modo responsável e segura, para não causar danos à aprendizagem aos nossos.

  63. Qual é o papel social e a responsabilidade do e da educador(a)?
    Como diz a autora Tereza Perez, estamos num momento de pensar grande, de nos arriscarmos a sonhar, planejar e realizar práticas significativas evidenciando nossa responsabilidade pela educação. Não podemos simplesmente almejar um “novo normal”. É preciso fazer uma reviravolta na escola pensar grande, sermos ousados de arriscarmos, planejar e realizar práticas significativas com base nas evidencias cientificas e tecnologicas, nossa responsabilidade pela educação, incluindo a família nesse contexto levando – 0s a acompanhar as novas metodologias de ensino. O comprometimento das famílias neste momento pandêmico é muito importante, mesmo que muitos pais tiveram que se reinventar e descobrir a importância da escola na vida de seus filhos. Precisamos mantermos firmes com a parceria com a escola e família. Temos que nos prepararmos para o Ensino Hibrido, para que consigamos sanar dúvidas dos alunos.

  64. A educação hoje atravessa o antes pandemia e educando em época de pandemia. Os desafios têm sido grandes,buscando nós inovar reconstruindo um novo pensamento de educar.Com codinome presencial e remoto,o ensino híbrido nós colocando frente a frente do novo.Onde buscamos estratégias diferenciadas,trocas de experiências para atingirmos um resultado positivo apostando na expectativa da finalmente aproximação das famílias à escola.Pois o nome requer um novo olhar de todos.E o papel da família nesse momento têm sido primordial com uma participação ativas de prática junto ao aluno.O comprometimento do aprender saiu de dentro das paredes de sala de aula,somente com o professor é com participação do aluno somente naquele momento de aula.A situação de uma certa forma nos obrigou adequar ao novo modelo de ensino e junto a essa obrigatoriedade a participação dos pais.Que veio fortalecer o cotidiano escolar e de contra partida maior atenção a esse aluno( seu filho)na atuação como também mediador dessa aprendizagem remota que soma a sua participação presencial em atividades e assiduidade em sala virtual.Ate mesmo porque sabemos das diferenças existentes no tempo de aprendizagem de cada um,e nesse momento esse mediador(familia) fortalece o aprendizado numa ajuda de EDUCADOR SOCIAL PARA EDUCADOR O PROFISSINAL EM SALA.O momento é novo, portanto cheio de desafios e esse compromisso.Que possamos apresentar o novo juntos, família e escola é mais uma ferramenta para alavancar o novo modelo da escola.estava faltando nessa roda de expectativa chamada cescola.

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