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Gestão da Escola

Gestão da Escola

A Educação Integral assume como foco garantir o desenvolvimento dos indivíduos em todas as dimensões – física, intelectual, social, emocional e simbólica, superando, assim, a hierarquia que marcou desde sempre a história da escolarização, na qual o desenvolvimento intelectual é considerado prioritário ou ate mesmo definidor do papel da escola.

A Educação Integral entende que não apenas o desenvolvimento cognitivo depende das demais dimensões, mas que, fundamentalmente, todas as dimensões são estruturantes para a formação de sujeitos autônomos, solidários e responsáveis – objetivo que define o próprio ato de educar.

 

Saiba mais
Experiências

Currículo como chave

Para que um projeto educativo seja capaz de atender ao desenvolvimento integral é fundamental que:

  • a centralidade do processo esteja no estudante, considerado nas suas necessidades e interesses como indivíduo. Assim, é fundamental construir estratégias que personalizem a atenção aos estudantes e lhes garantam autonomia em seus processos de aprendizagem;
  • a escola se constitua como um ambiente fértil para a troca, a participação, a coesão social, a pesquisa e a construção coletiva de conhecimentos. A ambiência escolar deve ser sempre um aspecto atentamente cuidado;
  • os professores sejam estimulados a liderar o processo de construção da proposta pedagógica, construindo estratégias efetivas em diálogo com os estudantes e territórios. Valorizar, investir e empoderar o professor a assumir-se como coautor do programa é muito importante para que a Educação Integral transforme a cultura escolar e se efetive de forma transversal no currículo e na prática docente;
  • as escolas possam reconhecer a diversidade dos territórios com todo potencial educativo que têm.

Escolas articuladoras

Nesse contexto, as escolas tornam-se articuladoras das oportunidades em suas comunidades, promovendo a aproximação entre elas, famílias e demais agentes locais e integrando os equipamentos sociais e comunitários às suas estratégias educativas. Isto é, a escola torna-se responsável por catalisar tempos, espaços e recursos educativos do território de forma a promover o desenvolvimento integral de seus estudantes.

Como cada comunidade é única, e congrega diferentes histórias, grupos e características socioterritoriais, não há um único modelo para sua gestão. No entanto, entendendo a Educação Integral como uma concepção e como uma estrutura programática para sua reorganização, a escola precisa assegurar:

  • processos de tomada de decisão participativos e transparentes, buscando superar a recorrente cisão entre trabalho pedagógico e gestão e extinguir as práticas autoritárias e centralizadoras;
  • a participação ativa das famílias e dos agentes locais, tanto nas instâncias de tomada de decisão quanto no apoio e desenvolvimento de atividades formativas;
  • oportunidades educativas diversificadas e articuladas à sua proposta pedagógica, a partir da reorganização de tempos e espaços, da utilização de diferentes estratégias e metodologias de aprendizagem, bem como da valorização da cultura local, das novas mídias e dos saberes locais;
  • processos educativos centrados nos estudantes, considerando os saberes, os desejos, as necessidades e valorizando a identidade cultural, étnica, de gênero e de sexualidade de cada sujeito;
  • a integração com o território, de forma a se comprometer com as questões locais, construindo junto com a comunidade caminhos para o seu desenvolvimento;
  • que estes princípios sejam pactuados com a comunidade escolar, incluindo-os em seu projeto político-pedagógico e buscando a sustentabilidade da proposta.
E.E Dionísio Cerqueira investe em projetos interdisciplinares para qualificar a aprendizagem E.E Dionísio Cerqueira investe em projetos interdisciplinares para qualificar a aprendizagem
Experiências
E.E Dionísio Cerqueira investe em projetos interdisciplinares para qualificar a aprendizagem

Iniciativa: Escola Estadual General Dionísio Cerqueira

Pública ou Privada: Pública

Como integrar um programa federal às demandas locais? Esta é provavelmente uma das questões mais trabalhadas por educadores e gestores na organização das ações escolares. A partir de 2012, com a chegada do Programa Mais Educação, política nacional indutora da agenda da educação integral, a pergunta também se apresentou à Escola Estadual General Dionísio Cerqueira, que foi convidada a estruturar ações que dialogassem com as necessidades de aprendizagem dos estudantes e qualificassem a relação da unidade com o território e saberes locais.

Os 500 alunos da Dionísio, localizada na comunidade de Santa Cruz, região periférica de Salvador (BA) e que atende o Ensino Fundamental II e o Ensino de Jovens e Adultos (EJA), passaram a frequentar o ensino regular pela manhã e as oficinas do programa durante a tarde.

A partir de então teve início um movimento cultural na escola com a oferta de atividades de dança, teatro, música, capoeira; e também de ações pedagógicas interdisciplinares, já que o próprio programa encorajava o diálogo entre o corpo docente para o desenvolvimento de ações conjuntas capazes de explorar a aprendizagem dos adolescentes de diferentes formas.

Gestão e colaboração

A iniciativa veio ao encontro da crença de Maria Auxiliadora Rodrigues, que tinha acabado de assumir a direção, após ficar muitos anos à frente das aulas de artes na unidade. Dôra, como é conhecida entre os alunos e professores, vivenciou mais do que a implementação de um novo programa; a mudança simbolizou o início de uma nova relação entre a escola, os estudantes, a gestão e a comunidade.

Por ter vivenciado de perto o desinteresse dos alunos com a instituição - comprovado pelos altos índices de evasão escolar -, e também dos moradores da comunidade na qual a escola estava inserida, Dôra, que acredita que a "escola é movimento, é vida", aproveitou as propostas do programa para encorajar ações colaborativas na comunidade escolar. Entre seus principais objetivos estava a necessidade de criar oportunidades de ensino e aprendizagem que fossem para além da sala de aula.

Além de encorajar a participação discente, havia a necessidade de aproximar os familiares dos estudantes, que, em grande parte, moravam no entorno  da unidade. A ideia de 'derrubar os muros da escola' começou a ser colocada em prática a partir do desenvolvimento de projetos com o apoio de uma equipe em diálogo interdisciplinar. A gestora, com o apoio da comunidade escolar, foi conhecer o território em profundidade: em longas caminhadas, ela batia de "porta a porta" nas casas da região para descobrir a realidade local e possíveis entraves aos direitos de aprendizagem de seus estudantes. Nesse diálogo, a equipe conseguiu identificar problemas, estabelecer relações com parceiros locais e iniciar um movimento de colaboração da escola com a comunidade e da comunidade com escola.

Projetos e oportunidades locais

A partir de um plano pedagógico que priorizava as experiências educativas, a escola teve seu próprio espaço alterado. Na área externa, uma sala que antes abrigava materiais e equipamentos em desuso deixou de existir dando lugar a um quintal com folhas e temperos, posteriormente utilizado como projeto dos professores de ciências e geografia, chamado Nossa Horta.

Os alunos foram imediatamente envolvidos em sua manutenção, acompanhada de perto por um dos funcionários da escola, também morador da comunidade. As famílias dos estudantes foram convidadas a contribuir com o envio de sementes. As espécies ali cultivadas são utilizadas pelas merendeiras no preparo do almoço da escola.

Hoje, com o desenvolvimento das ações pedagógicas no espaço, o projeto recebe o apoio da Odebrecht. A empresa disponibiliza um técnico para acompanhar a horta e contribui com o envio de adubo para a manutenção das espécies. A proposta também foi apresentada à Secretaria de Educação do Estado da Bahia que possibilitou à escola a oportunidade de eleger um deputado mirim entre seus alunos e defender, ainda em 2013, o projeto na Câmara como uma política pública para todas as escolas do estado.  

A escola também olha para a comunidade quando precisa de serviços de mão-de-obra, justamente para dialogar com os saberes e habilidades locais e promover a interação com o território. A empresa OES Empreendimentos também contribui com as práticas da Dionísio Cerqueira, ajudando a preservar as espécies nativas próprias do terreno da unidade, convocando toda a comunidade escolar a pensar sobre a preservação do espaço público e meio ambiente. Esta temática, inclusive, foi um dos macrocampos adotados pela escola via o Mais Educação.

Resultados

Dia Ei

A comunidade de Santa Cruz, localizada na região nordeste de Amaralina, em Salvador, acordou aos sons de uma fanfarra no último sábado, 23 de novembro. Cerca de 150 alunos da Escola Estadual General Dionísio Cerqueira foram às ruas do bairro para convidar os moradores a virem para a instituição e participarem do Dia EI – Dia da Educação Integral que mobilizou outras 33 escolas da rede estadual.

A somatória das ações que têm como objetivo ampliar as possibilidades educativas e integrar a escola ao território reduziram, segundo a equipe gestora, os índices de evasão escolar a quase zero.

O envolvimento dos alunos e da comunidade escolar nas atividades pôde ser conferido durante o Dia EI, no 23 de novembro de 2013, momento que marcou o compromisso das escolas de Salvador que tem como política a educação integral - ao todo, são 42 instituições escolares.

Para a equipe, mesmo recente, o trabalho vem impactando a aprendizagem dos estudantes, que se mostram mais participativos e envolvidos com as ações escolares. A partir dos projetos, os alunos vivenciam de forma prática e colaborativa os conteúdos acadêmicos, antes apenas trabalhados em aulas expositivas.

Início e duração: A partir de 2012, com a mudança de gestão e adesão da escola ao Mais Educação.
Local: Comunidade de Santa Cruz, Salvador, Bahia.
Responsáveis: E.E General Dionísio Cerqueira
Envolvidos e parceiros: Comunidade de Santa Cruz, Odebrecht e OAS Empreendimentos.
Financiamento: Além de seu orçamento regular, a escola recebe financiamento para a execução do Mais Educação, via Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). A Odebrecht e OAS Empreendimentos apoiam os projetos da Horta e conservação ambiental.

Contatos:
Telefone: (71) 3354-9400
Email: eegdc.salvador@educacao.ba.gov.br

No projeto Âncora, em Cotia, a proposta pedagógica encoraja autonomia na aprendizagem No projeto Âncora, em Cotia, a proposta pedagógica encoraja autonomia na aprendizagem
Experiências
No projeto Âncora, em Cotia, a proposta pedagógica encoraja autonomia na aprendizagem

Iniciativa: Proposta Pedagógica do Projeto Âncora

Pública ou Privada: 3° setor

Descrição: Em funcionamento desde 1995, o Projeto Âncora foi fundado originalmente como uma organização não governamental para desenvolver projetos sociais e culturais com crianças de baixa renda no contraturno das escolas. Em 2011, o educador e idealizador da Escola da Ponte de Portugal, José Pacheco, chega ao projeto para auxiliá-lo a tornar-se uma escola da educação básica. Porém, com uma proposta diferente das escolas tradicionais.

Projeto Âncora

Jovens apresentam planejamento das atividades pedagógicas que querem participar

Como na Escola da Ponte - uma das principais referências em Educação Integral -, o objetivo do Âncora é fazer com que os 680 meninas e meninos entre um e 18 anos sejam autônomos de seu próprio aprendizado e que a escola seja um dos espaços em que este processo aconteça, mas não o único.

O projeto é desenvolvido com base em roteiros de estudo, e não por apostilas ou livros didáticos. Todos os dias, ao chegarem, os estudantes se encontram com o tutor, com quem elaboram o planejamento das atividades que irão realizar ao longo do dia, assim como quais horários vão destinar às disciplinas e quais serão os momentos de brincar, andar de skate, conversar com os amigos ou mesmo descansar.

Mas, antes de montarem o planejamento, os alunos analisam o roteiro de estudos que, todas as terças-feiras, produzem junto ao tutor. É neste momento em que os estudantes indicam o que desejam aprender naquela semana e o tutor os auxilia na escolha de temas e recursos a serem utilizados.

No fim do dia, os estudantes se encontram novamente com o tutor para discutir o que aprenderam e compartilhar aquilo que tiveram dificuldade, seja por meio de conversas, contando histórias ou em formas de brincadeira. Toda vez que um aluno aponta dificuldades em realizar algum item do roteiro, o tema é resgatado no novo planejamento.

Os estudantes também podem também se organizar para as oficinas oferecidas no espaço. Os processos de aprendizagem se dão em salões, onde os alunos se sentam em grupos.  Caso precisem de ajuda, levantam as mãos e chamam algum educador. Na sala fica pendurado, ainda, um cartaz dividido por duas colunas: “Preciso de Ajuda e Posso Ajudar?”. Nele, as crianças e adolescentes podem pedir apoio aos colegas escrevendo o nome na primeira coluna. Aqueles que podem auxiliar dizem quando, onde e em qual horário podem se encontrar para o estudo, num processo de educação de pares.

Início e duração: 2011 até os dias atuais.

Local: Estrada Municipal do Espigão, 1239 - Jardim Rebelato, Cotia - São Paulo, SP - CEP: 06710-500

Responsáveis: Projeto Âncora.

Envolvidos e parceiros: Comunidade do entorno, famílias e organizações locais.

Financiamento: Empresariado.

Principais Resultados: A autonomia da aprendizagem desperta o interesse e a sensação de pertencimento das crianças ao processo pedagógico. São elas quem escolhe o que querem e quando querem aprender, respeitando o tempo de aprendizado individual.

https://www.youtube.com/watch?v=K2VeuxmCfUE

Materiais e Publicações

Leia a matéria publicada no Jornal D'aqui, publicação da com notícias e artigos da cidade de Cotia.

Contatos:

Telefone: (11) 4612-9966

Site do Projeto Âncora: www.projetoancora.org.br

Blog: projetoancorablog.blogspot.com.br

Facebook: www.facebook.com/ProjetoAncora

Twitter: twitter.com/projetoancora

Youtube: www.youtube.com/projetoancora

 

 

 

EMEF Campos Salles transforma currículo e valoriza a autonomia do estudante EMEF Campos Salles transforma currículo e valoriza a autonomia do estudante
Experiências
EMEF Campos Salles transforma currículo e valoriza a autonomia do estudante

Iniciativa: Transformação curricular na EMEF Campos Salles

Pública ou Privada: Pública.

Foto: Portal Aprendiz

Foto:  Pedro Nogueira/ Portal Aprendiz

Descrição: A Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Campos Salles, situado no bairro de Heliópolis, região sudeste da capital paulistana, difere-se das demais por apresentar uma estrutura que foge dos padrões de aulas divididas em 45 minutos e ministradas por um único professor.

A escola, que, a partir de variadas estratégias de mobilização, já possuía uma relação mais próxima com a comunidade e movimentos sociais do entorno, passou a refletir sobre sua proposta pedagógica e infraestrutura escolar, pois por mais que a relação com a população do entorno existisse, o contato entre professores e estudantes se dava em modelos tradicionais e ainda apresentava problemas. Estudantes reclamavam que não eram ouvidos e professores se mostravam esgotados e com dificuldades de administrar a sala de aula, falas muito comuns no cotidiano de boa parte das escolas brasileiras.
Em 2007, a direção e comunidade do bairro viam a necessidade de coibir o tráfico de drogas, que acontecia em praça próxima à escola. Com o apoio da Secretaria Municipal de Educação, o espaço da praça e arredor foi revitalizado e as grades que separavam a escola do entorno foram extintas.

Inspirado pela experiência portuguesa da Escola da Ponte, um dos professores da escola procurou Braz, propondo que, junto à comunidade escolar, realizassem mudanças na estrutura pedagógica da escola.

Com as falas dos estudantes e docentes em mente, o diretor da EMEF, Braz Nogueira, que havia participado de variadas formações e discussões sobre Educação integral e sobre educação libertária e democracia nos processos de ensino-aprendizagem, apresentou à comunidade escolar, famílias e lideranças comunitárias, a ideia de romper com a estrutura tradicional do currículo e da organização das salas de aula.

Braz assegurou os envolvidos que a mudança seria radical, mas que os ganhos seriam processuais. Assim, era preciso que todos estivessem envolvidos e juntos, criassem um modelo que funcionasse para a comunidade e que, aos poucos, todos aprendessem com o que estavam desenvolvendo.

Todos aprovaram o projeto, que era pautado pelas duas ideias centrais de tudo passa pela educação e a escola é um dos meios de articulação da comunidade – e outros três princípios – a autonomia, a responsabilidade e a solidariedade, resgatados da experiência consolidada na Escola da Ponte de Portugal.

Grandes mudanças

A primeira grande decisão foi derrubar as paredes das salas de aula. A cada três salas, formou-se um salão. As mesas deixaram de ser individuais e estudantes começaram a se organizar em grupos de seis. No lugar de um professor por matéria, os docentes começaram a compartilhar a gestão da sala de aula. Cada salão é acompanhado por três professores.

No lugar da aula expositiva, os estudantes passaram a receber roteiros de estudo, nos quais, desenvolvem percursos de aprendizagem individuais e em grupo sobre os mais diferentes campos do conhecimento.

Embora existam atividades de matemática ou de português, ciências e história, existem roteiros interdisciplinares que têm por pressuposto o estímulo ao pensamento e investigação contextualizada do estudante.

Cada salão reúne cerca de 100 alunos e nos grupos os estudantes buscam discutir suas dúvidas uns com os outros. Quando necessário, chamam o educador que irá auxiliar a atividade ou tema em aprendizagem. Os estudantes têm autonomia e podem escolher que atividade ou tema decidem estudar do roteiro e é comum que as crianças e adolescentes trabalhem juntos sobre um mesmo tema.

Os roteiros são estipulados e desenvolvidos por professores responsáveis pela área do conhecimento em questão, mas todo o corpo docente tem acesso a todos os roteiros e conhece as habilidades e competências exigidas e trabalhadas em cada material. Assim, todo o professor – mesmo quando não elaborou o roteiro -, pode apoiar o estudante na aprendizagem de todas as matérias. Quando necessário, acionam o professor responsável pelo tema.

Além da mudança curricular, a escola desenvolveu variadas estratégias para valorizar a autonomia do estudante e a participação da comunidade no cotidiano da escola.

Início e duração: Desde 2007 até os dias atuais

Local: EMEF Campos Salles

Responsáveis: Coordenação pedagógica da escola e comunidade escolar.

Envolvidos e parceiros: Famílias e lideranças comunitárias. Até 2011, a EMEF contou com apoio da Fundação Tide Setúbal e do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (CENPEC) na formação do quadro docente, nas discussões de educação integral.

Financiamento: A escola fez todas as mudanças curriculares com seu próprio orçamento, transformando os papeis e funções em sua estrutura administrativa.

Principais Resultados

Evolução da escola na Prova Brasil

Evolução da escola na Prova Brasil

Segundo a direção, é visível a mudança de comportamento tantos dos estudantes, quanto dos professores. A cultura colaborativa é cada vez mais forte na escola e, embora ainda em processo, há maior disposição dos envolvidos em seguir aprimorando o conceito e estratégias.

Embora recentemente, na edição de 2011, o fluxo escolar da escola tenha decrescido (Ideb 2011), houve aumento tanto em Matemática quanto em Português na Prova Brasil. Porém, para Braz, o resultado nas provas é menos importante que o que a comunidade escolar avalia e objetiva para os próximos anos.

Para ele, o processos ainda está em construção, mas até o momento os resultados mobilizam a comunidade a continuar investindo em um outro modelo educacional.

Materiais e Publicações

Informações gerais da escola e estrutura escolar no Mootiro Maps.

Contatos

Telefone: (11) 6947-6723

Blog da escola: http://campossalles.wordpress.com/

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